Paciente iniciou tratamento em fevereiro, mas inconsistência nos comprovantes só foi descoberta no mês de abril
Mulher obteve um resultado de 13kg a menos durante o tratamento (Foto: Freepik)
Uma mulher foi presa na última terça-feira (28) em uma clínica de estética no Distrito Federal (DF) por suspeita de estelionato. A prisão ocorreu depois que o proprietário do estabelecimento identificou a apresentação de comprovantes falsos ao estabelecimento e acionou a polícia. A Delegacia de Planaltina (DF) apura o caso.
De acordo com o dono do local, a paciente iniciou o tratamento no dia 17 de fevereiro deste ano, com foco no emagrecimento. Durante o período de acompanhamento, ela teria apresentado comprovantes de transferências via PIX que, posteriormente, foram identificados como adulterados pelo financeiro da empresa.
LEIA TAMBÉM
- Empresário viraliza ao mandar ‘muxiba’ para cliente depois de receber pix falso em Goiânia; vídeo
- ‘Não é a primeira vez’: diz empresário que mandou ‘muxiba’ para golpista após pix falso em Goiânia | Mais Goiás
Segundo o relato, a mulher passou por acompanhamento profissional no local, sendo atendida inicialmente por nutricionista. Com a evolução do tratamento, foram incluídos medicamentos, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras, e procedimentos estéticos. A suspeita teria usufruído de todos os serviços oferecidos.
“Hoje, tivemos uma paciente presa dentro da clínica, porque aplicou um golpe via Pix contra nós. Era uma paciente com a qual tivemos um resultado de quase 13 kg a menos. Deixamos ela linda e maravilhosa e descobrimos que ela nos deu um golpe”, declarou o proprietário nas redes sociais.
Embora o tratamento tenha começado em fevereiro, a fraude só foi percebida em abril, durante a conferência dos extratos bancários da empresa. O prejuízo estimado ultrapassa R$ 10 mil.
SAIBA MAIS:
- Com PIX falso, homem leva nove perfumes importados de farmácia em Jataí
- Dupla é presa por golpe do falso PIX na compra de pneus, em Senador Canedo
Ainda conforme informado no boletim de ocorrência, a mulher é servidora pública em Araponga (DF). Após ser detida, ela admitiu ter realizado os procedimentos na clínica e confessou que utilizou um aplicativo de edição de imagens para alterar os comprovantes de pagamento, com o objetivo de enganar a equipe.
O registro policial aponta ainda que a suspeita afirmou estar “profundamente arrependida” e demonstrou interesse em ressarcir o valor devido ao estabelecimento. A defesa da mulher não foi localizada até a publicação deste material. O espaço permanece aberto para eventual manifestação.
VEJA AINDA:
- Mulher edita comprovante de Pix para simular pagamento em supermercado de Goianésia


