Uma família da Nova Zelândia chamou atenção ao passar por cirurgia radical e retirar o estômago mesmo sem apresentar doença aparente. O caso intrigante envolve decisões médicas complexas e uma história marcada por perdas que levantaram um alerta entre parentes.
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A história gira em torno de Karyn Paringatai, que perdeu uma prima para um agressivo câncer no estômago aos 33 anos. A doença já havia atingido outros membros da família, incluindo a mãe da prima, a avó e mais uma parente. O padrão chamou atenção de médicos em Tauranga, que identificaram uma possível ligação hereditária.
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O diagnóstico era de câncer gástrico difuso, uma forma incomum de câncer que se espalha silenciosamente pelo estômago, dificultando a detecção precoce. Em muitos casos, a doença só é identificada em estágios avançados, quando as chances de tratamento já são reduzidas.
A suspeita de origem genética se confirmou após exames. Karyn descobriu que carregava uma mutação no gene CDH1, que aumenta significativamente o risco de desenvolver a doença ao longo da vida.
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Cirurgia radical surge como única alternativa
Diante desse cenário, médicos indicaram uma medida extrema: a gastrectomia total. A cirurgia radical consiste em retirar o estômago completamente como forma de prevenção. O procedimento é comparado à retirada preventiva das mamas em casos de alto risco de câncer de mama, mas é considerado ainda mais desafiador.
Karyn decidiu se submeter à cirurgia em 2010, mesmo estando saudável. Segundo ela, a decisão salvou sua vida. Durante o procedimento, os médicos removeram o estômago e conectaram o esôfago diretamente ao intestino delgado.
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Após o caso, outros integrantes da família seguiram o mesmo caminho e também optaram por retirar o estômago de forma preventiva. Em um encontro recente, Karyn percebeu que, entre oito pessoas presentes, apenas uma ainda não havia passado pela cirurgia radical.
Como é viver sem estômago
A vida sem estômago, no entanto, exige uma adaptação intensa. Nos primeiros meses após a gastrectomia, pacientes precisam comer pequenas porções várias vezes ao dia e mastigar os alimentos de forma prolongada. Oscilações de energia, perda de peso e fadiga são comuns nesse período.
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Além disso, o corpo passa por dificuldades para regular o açúcar no sangue, o que pode causar mal-estar e até desmaios. A recuperação também pode afastar o paciente do trabalho por meses, especialmente em atividades físicas.
Estudos indicam que cerca de 1 em cada 10 pessoas pode apresentar complicações após a cirurgia radical, necessitando de hospitalização. Ainda assim, para famílias com alto risco genético, a decisão tem sido vista como uma forma de aumentar as chances de sobrevivência.
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