Conseguimos trazer sete nomes nessa condição (financeira), o que precisa ser considerado um êxito, com muita criatividade. Vieram jogadores que estavam no Uruguai, na China, na Coreia, na Turquia, além de clubes como Flamengo e Fortaleza. Mapeamos o mercado inteiro para encontrar oportunidades de qualidade, que agregassem ao Corinthians e preenchessem lacunas a custo zero. Se compararmos com outros clubes, nossa relação custo-benefício é excelente.
Marcelo Paz, com exclusividade ao UOL.
Superação de entraves e reestruturação
Outro ponto celebrado pelo dirigente foi o contexto em que o clube iniciou a janela: impedido de contratar. O Corinthians estava sob transfer ban devido a uma dívida com o Santos Laguna, do México, pela contratação do zagueiro Félix Torres, atualmente emprestado ao Internacional.
Antes de registrar novos atletas, a diretoria precisou atuar para derrubar a punição. Ainda em janeiro, o clube também quitou uma dívida com Rojas, que já estava em tramitação na Fifa e na Corte Arbitral do Esporte (CAS), evitando uma nova sanção.
A gente tem que considerar que o Corinthians iniciou a janela com transfer ban, sem perspectiva de contratação. Conseguimos evitar uma nova punição, quitar outra, abrir a janela e fazer movimentações dentro de um novo modelo financeiro, com o menor custo possível.
Paz, ao UOL
Manutenção do elenco foi prioridade
Internamente, outro aspecto valorizado foi a manutenção da base do elenco. O Corinthians encerrou o período sem perder jogadores considerados importantes, embora alguns tenham recebido propostas.

