
Não é só a quantidade de café que importa, o modo de preparo pode mudar o impacto da bebida no seu coração. O motivo atende pelo nome de cafestol, uma substância gordurosa naturalmente presente nos grãos de café.
Quando o café é preparado sem filtro, como no expresso, na prensa francesa, no café turco ou em métodos tradicionais do Mediterrâneo e do Oriente Médio, o cafestol permanece na xícara. E a ciência já mostrou que ele tem potencial de elevar o LDL, o chamado colesterol “ruim”. A longo prazo, esse tipo de colesterol pode favorecer a formação de placas nas artérias, processo associado a maior risco de infarto e AVC.
A concentração varia bastante conforme o método de preparo. Café na prensa francesa e café turco estão entre os campeões em teor de cafestol, justamente por não passarem por filtragem.

