Cão Orelha: MP aponta lacunas em investigação e pede respostas à PC

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1 de 1 imagem em preto e branco do cão orelha, morto em santa catarina – Foto: Reprodução/Redes sociais

O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) identificou lacunas na investigação da morte do cão Orelha, ocorrido na Praia Brava, em Florianópolis (SC). Nesta sexta-feira (6/2), o órgão informou que vai solicitar à Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC) que preste “mais esclarecimentos” e “maior precisão na reconstrução dos acontecimentos”.

Em análise preliminar do inquérito, tanto a 10ª Promotoria de Justiça de Florianópolis, da área da Infância e Juventude, quanto a 2ª Promotoria de Justiça, da área criminal, concluíram pela necessidade de mais detalhamento da investigação.

A 10ª Promotoria, ao analisar o caso, apontou questões relacionadas à possível participação de adolescentes nos atos infracionais análogos a maus-tratos contra animais.

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Cão Orelha morreu em decorrência de agressões que sofreu

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Cão Orelha morreu em decorrência de agressões que sofreu

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Orelha morreu após ser vítima de maus-tratos em Santa Catarina

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Ela esteve na PCSC e com o prefeito de Florianópolis

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Ela esteve na PCSC e com o prefeito de Florianópolis

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Cão Orelha recebe homenagem nas redes sociais

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Orelha é homenageada nas redes sociais após ato de crueldade

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Nas redes sociais, Orelha é homenageada por internautas

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O MP informou, também, que segue apurando possível prática de coação no curso do processo e ameaças envolvendo familiares dos adolescentes investigados e um porteiro de um condomínio da Praia Brava.

“A 2ª Promotoria de Justiça da Capital, da área criminal, que está analisando o inquérito da Polícia Civil relativo aos adultos, concluiu pela necessidade de ampliar e detalhar a apuração dos fatos, e irá requisitar diligências complementares à Polícia Civil, inclusive para confirmar a inexistência de relação dos supostos crimes com a agressão aos animais”, adianta o MP.

A PCSC concluiu, na última terça-feira (3/2), a investigação sobre a morte do cão Orelha. O inquérito apontou que o crime ocorrido na Praia Brava, em Florianópolis, teve envolvimento de adolescentes e solicitou a internação de um deles.