Sobre o tema envolvendo Vulcão Krasheninnikov, imagens de dados do NISAR – Reprodução/ NASA
Além disso, O vulcão Krasheninnikov, na Península de Kamchatka, teve o avanço contínuo de seu fluxo de lava registrado em imagens de radar divulgadas na quinta-feira (24) pela NASA e pelo Laboratório de Propulsão a Jato. Dessa forma, O vulcão permaneceu adormecido por quase 500 anos e reativou a atividade eruptiva após um terremoto de magnitude 8,8 atingir o Oceano Pacífico próximo à costa russa.
Com isso, as medições foram capturadas pelo satélite NISAR, projeto espacial conjunto da agência norte-americana com a Organização Indiana de Pesquisa Espacial (ISRO), operando em uma órbita a 747 quilômetros de altitude sobre a Terra. “A consistência é crucial. Nesse sentido, duas vezes a cada 12 dias, adquirindo dados neste modo de alta resolução e em duas direções de observação, isso demonstra a promessa do NISAR para monitorar de perto os perigos naturais”, afirmou Matthew Pritchard, geofísico da Universidade Cornell e integrante da equipe científica da missão, em tradução livre. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Vulcão Krasheninnikov continuam sendo acompanhados com atenção.
Portanto, leia também: África do Sul tem 27 mortos em ataques a tiros em Wedela e Lwandle Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de Vulcão Krasheninnikov nos últimos dias.
Tecnologia do satélite NISAR mapeia relevo do Krasheninnikov
Em seguida, A compilação reuniu 17 quadros de radar obtidos entre 25 de dezembro de 2025 e meados de agosto de 2026 para gerar uma sequência acelerada do deslocamento de rocha derretida expelida pela cratera norte da montanha russa. De acordo com as apurações, O satélite utiliza tecnologia de radar de abertura sintética com frequência dupla nas bandas L e S, capazes de atravessar coberturas de nuvens e mapear a superfície terrestre no período noturno.
Por outro lado, O sistema emite milhares de pulsos de micro-ondas por segundo em direção ao solo e calcula a reflexão dos sinais com resolução espacial de 10 metros por 10 metros por pixel. O material vulcânico recente reflete a radiação com intensidade maior que a neve e a vegetação ao redor, revelando o avanço na encosta em forma de leque e uma rota de magma secundária na direção noroeste.
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🌋🚨 After nearly 500 years, Krasheninnikov is erupting again.
Russia’s Kamchatka Peninsula is home to this volcano, which reawakened following a powerful 8.8-magnitude earthquake in the nearby ocean.
Using 17 radar images captured by NASA-ISRO’s NISAR satellite, researchers… pic.twitter.com/fzDyIMWF4T
— Stellarix (@Stellarixorine) September 25, 2026
Datas da atividade no vulcão Krasheninnikov
- Cerca de 1550 — O vulcão Krasheninnikov encerra sua última erupção estimada e entra em um ciclo de dormência de quase cinco séculos na Península de Kamchatka.
- Julho de 2025 — Terremoto de magnitude 8,8 atinge a costa russa no Oceano Pacífico e desencadeia abalos geológicos na estrutura do vulcão.
- 25 de dezembro de 2025 — O satélite NISAR realiza o primeiro registro do fluxo de lava ao concluir os testes operacionais pós-lançamento.
- 24 de setembro de 2026 — A NASA e o Laboratório de Propulsão a Jato publicam os dados e o vídeo time-lapse com o acompanhamento orbital da erupção.
Cobertura espacial supre falta de sensores terrestres no Krasheninnikov
A Península de Kamchatka conta com dezenas de formações vulcânicas monitoradas rotineiramente por sensores em solo, mas o monte Krasheninnikov não possuía instrumentação física local por estar inativo desde aproximadamente 1550. O equipamento em órbita compensa essa ausência ao revisitar o mesmo ponto geográfico duas vezes a cada 12 dias, com trajetórias alternadas de sul para norte e de norte para sul.
O radar de banda L foi desenvolvido pelo Laboratório de Propulsão a Jato da NASA, enquanto o módulo de banda S ficou sob responsabilidade da agência espacial indiana ISRO, viabilizando a identificação de mudanças de relevo em áreas remotas e de difícil acesso.
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Investigações científicas sobre as causas da erupção no Krasheninnikov
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Pesquisadores ainda analisam se o abalo sísmico funcionou como o causador exclusivo da reativação ou se a câmara magmática interna já estava em estado crítico antes do tremor. Existem também variações nos registros sobre o momento exato do terremoto: comunicados da agência espacial norte-americana citam a manhã de 30 de julho de 2025 no horário local de Kamchatka, enquanto catálogos globais registram o evento principal em 29 de julho de 2025, às 23h24 no Horário Universal Coordenado.
As equipes científicas continuam a processar os dados de radar para quantificar o volume total de rocha expelida e acompanhar o comportamento da lava na região.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.
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