Além disso, levantamento Vox Radar, divulgado nesta sexta-feira (22), mostrou uma pequena vantagem numérica do presidente Lula (PT) contra o senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições. A pesquisa considerou os votos válidos, ou seja, não utilizou brancos e nulos.
Dessa forma, conforme a Vox, Lula aparece com 50,6% das intenções diante de 49,4% de Flávio. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Vox Radar continuam sendo acompanhados com atenção.
Com isso, O levantamento da Vox Radar ouviu 2.100 pessoas entre os dias 20 e 22 de outubro e tem uma margem de erro de 2,15 pontos percentuais para mais ou para menos. Nesse sentido, O índice de confiança é de 95% e a pesquisa está cadastrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-03259/2026.
Portanto, na noite de quinta-feira (22), a pesquisa Datafolha apontou um empate numérico entre os candidatos. Em seguida, tanto Lula quanto Flávio registraram 50% dos votos válidos cada um. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de Vox Radar nos últimos dias.
De acordo com as apurações, O levantamento ocorreu entre terça (20) e quinta-feira, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Por outro lado, ao todo, o instituto entrevistou 2.520. Vale destacar que O trabalho está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o código BR-09709/2026.
Vox Radar: Resultado do primeiro turno
Flávio avançou para o segundo turno com 47,03%, enquanto Lula chegou a 45,16%. Em números, a diferença é de 2,2 milhões de eleitores. O escritor Augusto Cury ficou na terceira posição, com 2,89% dos votos válidos; Renan Santos (Missão), com 2,24%; e o quinto foi o ex-governador Ronaldo Caiado (PSD), com 2,18%. Os demais não chegaram a 1%.
Debate da Globo e checagem dos fatos
As pesquisas tem sido constantes em revelar um empate técnico entre os candidatos. Nesta sexta-feira, a partir das 21h20, a Globo realiza o último debate entre os presidenciáveis, o que pode impactar a decisão dos eleitores indecisos.
Durante o embate, o Grupo Globo fará uma cobertura especial para verificar as declarações dos candidatos. Mais de 30 jornalistas da empresa trabalharão para agilizar o processo e farão a publicação das checagens no G1, além dos sites dos jornais O Globo, Valor Econômico, Extra e rádio CBN.
Além das publicações que ocorrerão durante o confronto eleitoral, o serviço seguirá desmentindo as informações falsas durante a madrugada, até que todas as falas sejam checadas. A Globonews também fará um programa comentando o que foi dito durante o debate.
Vale citar que foi feita uma petição online pela checagem de fatos em tempo real no debate da TV Globo. O abaixo-assinado criado por Rafael Brito já soma mais de 1,15 milhão de assinaturas nesta manhã.
“No último debate do segundo turno, na Rede Bandeirantes, presenciamos momentos de desinformação e propagação de fake news, mesmo na presença de jornalistas experientes. Isso não apenas afeta o resultado das eleições, mas também enfraquece a confiança das pessoas em nosso sistema democrático”, justifica a petição no change.org.
“Não podemos aceitar que afirmações comprovadamente falsas sejam apresentadas a milhões de brasileiros sem esclarecimentos imediatos na própria transmissão. Os debates eleitorais não são simples espetáculos televisivos, tampouco arenas em que candidatos devem ter liberdade para manipular a realidade sem serem confrontados com os fatos. Eles são instrumentos fundamentais da democracia. São oportunidades para que a população conheça propostas, avalie argumentos, confronte discursos com a realidade e tome decisões conscientes sobre o futuro do país”, continuou.
Os destinatários do abaixo-assinado são o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o presidente da Globo, João Roberto Marinho, o diretor-geral de Jornalismo da emissora, Ricardo Villela, e o jornalista César Tralli, responsável pela mediação do confronto eleitoral.
Segundo Brito, muitos países já adotaram a prática de checagem de fatos em tempo real com sucesso. “A verdade não pode ser relativizada dentro de um veículo de imprensa. Uma mentira não pode receber o mesmo tratamento que um fato comprovado. A imprensa é guardiã da democracia e deve ser responsável.”
Debate anterior
Após o debate da Band, no último domingo (18), agências de checagem realizaram a apuração sobre as afirmações incorretas dos candidatos. Entre declarações falsas, consta uma fala de Flávio que atribui a Lula e à primeira-dama Janja o gasto de R$ 7 bilhões com viagens. O valor corresponde a despesas de diferentes órgãos do governo federal. Já o petista afirmou que a economia brasileira só voltou a crescer acima de 3% após seu retorno à presidência, em 2023. Esse patamar também foi superado nas gestões de Dilma Rousseff (PT) e Jair Bolsonaro (PL).
Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.
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