Sábado, 10 de outubro de 2026
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Unidade da Funai é alvo de ataque em terra indígena no Paraná

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Unidade da Funai é alvo de ataque em terra indígena no Paraná

Unidade da Funai: Segundo Ministério dos Povos Indígenas, ninguém se feriu

Unidade da Funai é alvo de ataque em terra indígena no Paraná

Além disso, © Ueslei Marcelino/Reuters Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Unidade da Funai continuam sendo acompanhados com atenção.

Agência Brasil

Um prédio da Unidade Técnica Local (UTL) da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) em São Jerônimo da Serra, no Paraná, foi alvo de ataques na noite de quinta-feira (8), segundo informações divulgadas pela fundação e pelo Ministério dos Povos Indígenas, que denunciaram o uso de artefatos explosivos na agressão.

Dessa forma, A UTL fica na Terra Indígena São Jerônimo, onde vivem cerca de 670 pessoas de três povos distintos: os Guarani Ñandeva, os Kaingang e os Xetá.

Com isso, O texto divulgado com imagens nas redes sociais descreve que parte da entrada do edifício foi depredada pelo ataque e acrescenta que não houve feridos. Fotos e vídeo mostram janelas quebradas e vidro no chão. 

Os órgãos informam que a UTL registrou boletim de ocorrência. “Além disso, foram acionadas a Polícia Federal e a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) para que o ataque seja rigorosamente apurado e os responsáveis por esse ato criminoso sejam identificados e punidos na forma da lei”.

“O Estado brasileiro não se intimidará diante de tentativas de coação, não aceitará qualquer tipo de violência e continuará firme no cumprimento de seu dever constitucional de garantir e proteger os direitos fundamentais dos povos indígenas”, afirmam o ministério e a Funai.

Em vídeo publicado em seu perfil nas redes sociais, a presidenta da Funai, Lucia Alberta Baré, mostrou indignação com o grau de violência do ato.

“É inadmissível a depredação de um prédio público por extremistas que são contra os direitos dos povos indígenas, contra demarcações de terras indígenas”, declarou ela.

Apesar de não ter ferido ninguém, o ataque “deixou todo mundo muito assustado”, relatou a presidenta da fundação.

“Não queremos violência, não queremos ameaça aos nossos servidores”.

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Redação Foco Goiás