Após nova tarifa dos EUA, Lula promete defender soberania do Brasil e diz que obrigação “está acima de todos os partidos”
Sobre o tema envolvendo Tarifaço, 16/07/2026 19:48
Além disso, , atualizado 16/07/2026 20:30 Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Tarifaço continuam sendo acompanhados com atenção.

Dessa forma, O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) prometeu, através de publicação nas redes sociais, que o governo brasileiro “não vacilará” em seu dever de proteger a soberania nacional. Com isso, A manifestação, feita nesta quinta-feira (16/7), ocorre um dia após os Estados Unidos anunciarem uma nova tarifa adicional de 25% sobre as exportações brasileiras. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de Tarifaço nos últimos dias.
Nesse sentido, ainda segundo o texto, a defesa da soberania nacional é uma obrigação que deve estar acima de todos os partidos políticos. Especialistas destacam que novas atualizações sobre Tarifaço devem surgir em breve.
“Proteger a nossa soberania é uma obrigação que está acima de todos os partidos e todas as tendências. Portanto, O governo brasileiro não vacilará em seu dever de preservá-la”, afirma a publicação. Em seguida, O conteúdo é acompanhado de uma imagem de Lula com a mão sobre a bandeira brasileira. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Tarifaço continuam sendo acompanhados com atenção.
Veja: Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de Tarifaço nos últimos dias.
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De acordo com as apurações, A nova tarifa de 25% imposta pelo governo dos Estados Unidos a produtos brasileiros entra em vigor a partir da próxima semana, no dia 22 de julho. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Tarifaço continuam sendo acompanhados com atenção.
Por outro lado, A medida foi divulgada na madrugada dessa quarta-feira (15/7) após a conclusão de investigações do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), no âmbito da Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, acerca de supostas “práticas desleais, discriminatórias e irrazoáveis” do Brasil em relações de comércio com os Estados Unidos.
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Segundo o órgão, a apuração concluiu que as condutas brasileiras prejudicam empresas e exportadores norte-americanos.
Apesar da tarifa geral sobre produtos, o documento que oficializa a nova taxação apresenta uma lista detalhada de isenções. Entre os itens que não serão taxados, se destacam, por exemplo, alimentos como café, mel orgânico, açaí, carne bovina, laranja, terras-raras e outros.
Produtos que serão impactados pela nova tarifa:
- Produtos industriais e máquinas: maquinário agrícola, equipamentos de mineração, ferramentas de jardinagem e componentes de borracha para veículos.
- Bens de consumo: calçados, vestuário e papel.
Commodities e alimentos: etanol, açúcar orgânico e molduras de madeira. - Celulose de dissolução: celulose de dissolução de alta pureza, que foi removida da lista de isenções proposta anteriormente.
- Produtos químicos de uso geral: certas substâncias químicas (como celulose e fosfoaminolipídeos) só estão isentas quando destinadas a aplicações farmacêuticas; o uso dessas mesmas substâncias em outras indústrias será taxado.
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Após a divulgação da medida econômica, ainda durante a noite, o governo Lula informou que vai acionar os instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade. A legislação autoriza o Brasil a retaliar ou aplicar sobretaxas equivalentes contra países que imponham barreiras comerciais unilaterais aos produtos brasileiros.
O governo federal também lamentou a decisão dos EUA e disse que o episódio ficará marcado na história das relações entre os dois países.
“O dia 15 de julho de 2026 passará para a história das relações entre Brasil e EUA como um marco lastimável. O governo brasileiro repudia a decisão anunciada hoje pelo governo dos EUA relativa à imposição de tarifas de 25% sobre produtos brasileiros”, diz a nota.
O governo Trump, por sua vez, ameaçou o Brasil com mais consequências caso o país decida reagir com reciprocidade à medida econômica. No mesmo documento que especifica a sobretaxa de 25%, o país afirma que poderá considerar que o atual nível de tarifação não é suficiente a depender da reação do Brasil.
“Ações do Brasil que aumentem o ônus ou a restrição ao comércio dos EUA — como aumentos de tarifas sobre produtos dos Estados Unidos, em vez de abordar as preocupações dos EUA com as práticas desleais constatadas na investigação — podem indicar que a ação dos EUA neste nível não é suficiente para obter a eliminação dos atos, políticas e práticas do Brasil”, afirma o texto.
Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.
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