Quarta-feira, 4 de novembro de 2026
Goiás

Suspeito de atropelar mulher com caminhão em Aparecida diz que morte foi ‘uma fatalidade’

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Suspeito de atropelar mulher com caminhão em Aparecida diz que morte foi ‘uma fatalidade’

Sobre o tema envolvendo Suspeito de atropelar, além disso, A defesa de Welber Felippe, investigado pela morte de Larissa Pereira Macêdo, de 32 anos, afirma que o motorista considera o atropelamento da companheira “uma fatalidade” e nega ter tido a intenção de machucá-la. Dessa forma, segundo a advogada Danyella Chiarini, ele também declarou em depoimento que o relacionamento, que durou mais de três anos, nunca foi marcado por agressões físicas. Welber se apresentou espontaneamente ao Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) de Aparecida de Goiânia, prestou depoimento e foi liberado. Com isso, ele não tinha mandado de prisão em aberto e o prazo para prisão em flagrante já havia terminado.

Nesse sentido, A advogada disse que o cliente está à disposição das autoridades e pretende colaborar com a investigação. Portanto, ela também manifestou solidariedade aos familiares e amigos de Larissa.“Em seu depoimento, ele (Welber) afirmou que o ocorrido foi uma fatalidade e que, em momento algum, ele teve a intenção de causar qualquer mal à vítima”, declarou Danyella. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Suspeito de atropelar continuam sendo acompanhados com atenção.

Em seguida, A defesa também negou que houvesse histórico de violência física entre o casal.

“Ele esclareceu para o delegado que o relacionamento, que perdurou por mais de três anos, nunca foi marcado por episódios de agressão física, nunca houve qualquer registro de ocorrência por agressões físicas”, afirmou a advogada.

Danyella disse ainda que a morte tem provocado sofrimento ao investigado e a família dele. De acordo com as apurações, A defesa espera que o caso seja apurado com cautela e que as circunstâncias sejam esclarecidas.

Suspeito de atropelar: Atropelamento de Larissa

Por outro lado, larissa morreu na noite de domingo (1º), na Rua H-143, no setor Cidade Vera Cruz, em Aparecida de Goiânia. Ela foi atingida e arrastada por um caminhão conduzido por Welber, após uma discussão entre os dois, segundo relatos de testemunhas para a Polícia Militar.

Suspeito de atropelar
Larissa foi atropelada na frente da filha, de 9 anos (Foto: Reprodução/Vídeo)

Vale destacar que naquela noite, o casal havia recebido pessoas em casa para uma confraternização. Parte do grupo saiu para comprar bebidas e, ao retornar a pé, encontrou a filha de Larissa, de 9 anos, na rua, pedindo ajuda. Segundo os relatos, a criança contou que o companheiro da mãe havia dado socos nela.

Vizinhos disseram que, antes do atropelamento, Larissa e Welber discutiram. O homem entrou no caminhão e a mulher teria subido nos degraus de acesso à cabine, pedindo que ele descesse. Conforme essa versão, o motorista colocou o veículo em movimento, Larissa caiu e foi atingida pelo caminhão.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi chamado, mas a equipe constatou a morte da mulher no local. O caminhão foi deixado em frente à casa onde o três viviam.

Possível feminicídio

O caso está sob investigação do Grupo de Investigação de Homicídios de Aparecida de Goiânia. A Polícia Civil solicitou perícias para esclarecer a dinâmica do atropelamento e apurar se a morte foi intencional. A hipótese de feminicídio também é investigada.

Goiás registra o 58º feminicídio do ano; autor já tinha sido preso por violência doméstica há 1 mês

“A defesa seguirá contribuindo com as investigações e confia que a verdade dos fatos será devidamente esclarecida”, afirmou a advogada do suspeito, Danyella Chiarini.

Caso seja confirmado, esse será o 62º feminicídio registrado em Goiás em 2026.

Cícera Abadia de Souza Botelho tinha 38 anos (Foto: Reprodução)
Cícera Abadia de Souza Botelho tinha 38 anos (Foto: Reprodução)

Horas antes da morte de larissa, Cícera Abadia de Souza Botelho, que tinha 38 anos, foi baleada na cabeça dentro da casa onde morava com o marido em Niquelândia, na região Norte de Goiás. Após ligar para o cunhado e alegar que o disparo teria sido acidental, o companheiro dela ainda seguiu com eles até o hospital, mas fugiu correndo a pé quando soube que a Polícia Militar havia sido acionada.

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Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás