Terça-feira, 27 de outubro de 2026
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Sucessão, governabilidade e derrotados: o que pesa na montagem do Lula 4

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Sucessão, governabilidade e derrotados: o que pesa na montagem do Lula 4
Brasil

Depois da vitória nas urnas, presidente deve se concentrar em escolher equipe que vai compor a Esplanada a partir do ano que vem

KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo
Sucessão governabilidade

Sobre o tema envolvendo Sucessão governabilidade, além disso, após confirmada a vitória nas urnas no último domingo (25/10), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) agora vai se concentrar em montar a equipe que vai compor a Esplanada dos Ministérios no próximo mandato.

Dessa forma, A escolha dos nomes deve levar em conta fatores como a governabilidade, diante de um Congresso dominado pela oposição, a acomodação de aliados que acabaram derrotados e a sucessão do petista, de olho na disputa de 2030. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Sucessão governabilidade continuam sendo acompanhados com atenção.

Nos bastidores, as conversas sobre cotados para ocupar cargos no governo já começam a esquentar. Nesse sentido, ganham projeção nomes de políticos considerados fundamentais para a reeleição de Lula, como o senador Camilo Santana (PT-CE), o governador do Piauí, Rafael Fonteles (PT) e o deputado federal André Janones (Rede-MG). Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de Sucessão governabilidade nos últimos dias.

Contexto e detalhes sobre Sucessão governabilidade

Com isso, como antecipou o Metrópoles, na coluna Igor Gadelha, o nome de Camilo Santana, ex-titular do Ministério da Educação, ganhou força para ocupar a Casa Civil no próximo mandato. Especialistas destacam que novas atualizações sobre Sucessão governabilidade devem surgir em breve.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Sucessão governabilidade continuam sendo acompanhados com atenção.

Nesse sentido, O petista já era visto como um auxiliar bem-sucedido à frente do MEC e saiu fortalecido ao coordenar a vitória em primeiro turno do governador Elmano de Freitas (PT), no Ceará. Portanto, no segundo turno, o ex-ministro também ocupou papel de destaque na coordenação política da campanha de Lula. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de Sucessão governabilidade nos últimos dias.

Em seguida, já Fonteles, reeleito com larga vantagem no Piauí, é cotado para assumir o Ministério da Fazenda. De acordo com as apurações, ele foi secretário da Fazenda do estado durante a gestão de Wellington Dias, mas teria que renunciar ao mandato para assumir uma função na Esplanada. Especialistas destacam que novas atualizações sobre Sucessão governabilidade devem surgir em breve.

Por outro lado, durante a segunda fase do pleito, reforçou a coordenação de comunicação da campanha petista no momento em que Lula buscava repaginar a linguagem nas redes.

Ambos os nomes são apontados como possíveis sucessores do presidente Lula na disputa de 2030, já que ele não poderá mais concorrer à reeleição.

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Outros nomes também são cotados para comandar o Ministério da Fazenda a partir de 2027, como do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), do ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, além de Dario Durigan, atual titular da pasta.

Vale destacar que nessa segunda-feira (26/10), o mercado financeiro reagiu mal ao anúncio da reeleição do presidente Lula. Sendo assim, A bolsa brasileira fechou o pregão com queda de 13,88%, em 177.608 pontos, um dos piores índices da série histórica.

Nesse sentido, a escolha de um nome como o de Alckmin é visto como um gesto de equilíbrio para o mercado financeiro, já que o ex-tucano é bem quisto pelo setor. Além disso, ex-ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, o vice de Lula teve papel de destaque nas conversas com o governo dos Estados Unidos durante o tarifaço que atingiu o Brasil.

Além de aliados que saíram derrotados das urnas, Lula também precisará procurar espaços para figuras próximas que decidiram não se candidatar para ajudar na campanha.

Dessa forma, são os casos dos deputados federais Guilherme Boulos (PSol-SP), atualmente na Secretaria Geral da Presidência, Alexandre Padilha (PT-SP), ministro da Saúde, e o deputado federal José Guimarães (PT-CE), atual ministro das Relações Institucionais.


Derrotados podem ganhar espaço no Lula 4

  • Aliados de primeira ordem do presidente Lula que não conseguiram se eleger neste ano e, portanto, ficarão sem cargos eletivos em 2027, devem ser priorizados nas escolhas para o alto escalão do Executivo federal no próximo mandato.
  • Entre os nomes cotados está o ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT-SP), que disputou o governo de São Paulo a pedido de Lula, mas foi superado no primeiro turno por Tarcísio de Freitas (Republicanos).
  • As candidatas de Lula ao Senado por São Paulo, que também não conquistaram vagas, devem ser aproveitadas na nova gestão: a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva (PT-SP) e a ex-ministra do Planejamento e Orçamento Simone Tebet (PSB-SP).
  • Também estão cotados para integrar o próximo governo os candidatos que não venceram as disputas pelos governos estaduais João Campos (PSB), em Pernambuco, e Eduardo Paes (PSD-RJ), no Rio de Janeiro.
  • A ex-ministra da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência Gleisi Hoffmann (PT-RS), que concorreu ao Senado pelo Paraná, também deve retornar à Esplanada dos Ministérios no próximo mandato de Lula.
  • O senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), aliado de primeira hora e líder do governo no Congresso, não conseguiu se reeleger pelo Amapá. É nome que também precisará de espaço.
  • O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) também disputou o Senado e não venceu. Ele ocupou a secretaria de comunicação e foi secretário extraordinário para reconstrução do Rio Grande do Sul após as enchentes de 2024.
  • Outros nomes cotados são os do senador Renan Calheiros (MDB) e de seu filho, Renan Filho (MDB), também senador e ex-ministro dos Transportes. Os dois não conseguiram se eleger em Alagoas: o pai disputou uma vaga no Senado, enquanto o filho concorreu ao governo estadual.

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Metrópoles

Com isso, os presidentes da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB)

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Com isso, os presidentes da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB)

Ricardo Stuckert

Nesse sentido, Em seguida, O presidente Lula

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Nesse sentido, Em seguida, O presidente Lula

Ricardo Stuckert

Portanto, lula e Alckmin na convenção que oficializou a candidatura à reeleição

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Portanto, lula e Alckmin na convenção que oficializou a candidatura à reeleição

Ricardo Stuckert

Nesse sentido, Em seguida, O presidente Lula

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Nesse sentido, Em seguida, O presidente Lula

LUIS NOVA/ESPECIAL METRÓPOLES @LuisGustavoNova

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De acordo com as apurações, presidente Lula (PT)

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De acordo com as apurações, presidente Lula (PT)

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Por outro lado, lula em SP

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Por outro lado, lula em SP

Ricardo Stuckert/pr

Vale destacar que convenção do PSB, em Brasília

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Vale destacar que convenção do PSB, em Brasília

LUIS NOVA/METRÓPOLES @LuisGustavoNova

Governabilidade será desafio

A partir do ano que vem, o petista, que ocupará a Presidência da República pela quarta vez, terá pela frente um país dividido e um Congresso Nacional com oposição fortalecida.

O PL, partido de Flávio Bolsonaro, terá as maiores bancadas das duas Casas a partir de fevereiro de 2027. Na Câmara dos Deputados, 121 dos 513 deputados serão do PL, contra 70 do PT. Já no Senado, o PL terá 29 dos 81 senadores. O PT contará com 10.

No discurso da vitória, em São Paulo, o presidente reconheceu as dificuldades, mas afirmou que trabalhará com a composição escolhida pelos eleitores. “Eu não escolhi o Congresso, foi o povo que escolheu. E é com ele que eu vou votar, vou trabalhar e vou aprovar as coisas”, declarou o presidente.

A relação com o Legislativo já representou um dos principais obstáculos do terceiro mandato de Lula. Em 2023, a medida provisória que reorganizou a Esplanada dos Ministérios quase perdeu a validade e só foi aprovada no último dia do prazo, com mudanças que contrariaram o governo, especialmente nas atribuições dos ministérios do Meio Ambiente e dos Povos Indígenas.

As dificuldades se repetiram em outras votações, inclusive com a derrubada de vetos presidenciais. No Senado, uma das maiores derrotas foi a rejeição de Jorge Messias, indicado por Lula para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF), em abril deste ano.

Na Câmara, Lula deverá contar com a interlocução do presidente Hugo Motta (Republicanos-PB), que apoiou publicamente a reeleição do petista desde o primeiro turno.

No Senado, a situação é mais delicada. O presidente Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) passou meses com uma relação fria com Lula, especialmente depois da rejeição de Jorge Messias ao STF.

A aproximação foi retomada em agosto e ganhou força com a aprovação da proposta que encerrou a escala 6×1, uma das principais bandeiras da campanha petista. Alcolumbre também enfrenta resistência do PL, que cobra o avanço de pedidos de impeachment contra ministros do STF.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás