
Senador eleito, Dallagnol criticou a publicação e chamou a publicação de “ameaça”

Sobre o tema envolvendo Paraná manda, além disso, O diretório do Partido dos Trabalhadores (PT) no Paraná publicou uma mensagem nas redes sociais direcionada ao senador eleito Deltan Dallagnol (Novo-PR). “Deltan, você é o próximo”, diz a imagem publicada nessa segunda-feira (26/10).
Dessa forma, dallagnol criticou a publicação. “Não deu nem 24 horas depois da eleição, o PT já ameaça os 3 milhões de votos que o Paraná confiou a mim”, escreveu em suas redes sociais. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Paraná manda continuam sendo acompanhados com atenção.
Com isso, viva a “democracia”, eles disseram. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de Paraná manda nos últimos dias.
Nesse sentido, não deu nem 24 horas depois da eleição, o PT já ameaça os 3 milhões de votos que o Paraná confiou a mim.
Enquanto isso, parlamentares da esquerda pedem a apreensão do passaporte de Flávio Bolsonaro e prometem ir atrás de outras lideranças da direita.
Esse é o “governo do amor”: ódio, vingança e perseguição contra quem ousa enfrentar o sistema.
Aos mais de 59 milhões de brasileiros que não escolheram o PT, vocês não estão sozinhos. Não vamos abaixar a cabeça nem abandonar o Brasil.
Se você também vai continuar lutando, deixe a sua mensagem nos comentários!
— Deltan Dallagnol (@deltanmd) October 26, 2026
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A mensagem, postada um dia após a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), não especifica a que se refere. Apesar de ter sido eleito, a situação de Dallagnol ainda depende de decisão da Justiça eleitoral.
A situação é consequência da eleição de 2022, quando o ex-procurador foi eleito deputado federal pelo Paraná. O registro de candidatura dele foi cassado, por unanimidade, em 2023 e, por isso, ele perdeu o mandato. O entendimento foi de que Dallagnol tentou burlar as restrições da Lei da Ficha Limpa ao pedir exoneração do Ministério Público Federal (MPF) enquanto ainda respondia a procedimentos administrativos.
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Os ministros precisam decidir se o indeferimento ainda vale para a eleição de 2026. Em 3 de outubro, o ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), indeferiu o registro de candidatura de Dallagnol. O ex-procurador recorreu e conseguiu concorrer na eleição. Mas o caso ainda precisa ser julgado pelo plenário.
Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.
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