Além disso, A Prefeitura de Senador Canedo informou ao Mais Goiás que a nova sede da Escola Municipal Aracilda Amaral ainda não tem data definida para começar a ser construída. Dessa forma, A empresa que venceu a licitação desistiu de executar a obra e será necessário abrir um novo processo para contratar outra empresa. Enquanto isso, 497 alunos seguem sendo atendidos em oito salas modulares instaladas no terreno da unidade.
A Prefeitura afirmou ainda que colocou brita no acesso aos contêineres, prevê a instalação de piso de concreto na próxima semana e reforçou o sistema de aterramento após mães de alunos relatarem problemas com lama, dificuldades de circulação e choques em professores e crianças. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Senador Canedo continuam sendo acompanhados com atenção.
Com isso, segundo a Secretaria Municipal de Educação, as salas modulares já estavam previstas no projeto original de reconstrução da escola e devem ser retiradas quando a nova sede estiver concluída. O valor da obra e o prazo de execução também só serão definidos após a nova contratação. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de Senador Canedo nos últimos dias.

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Senador Canedo: Relatos de choques
As famílias relataram que professores teriam sentido choques ao tocar na lousa e que estudantes poderiam receber descargas ao entrar em contato com os profissionais.
“Estamos tirando os nossos filhos de dentro da nossa casa para levar para uma escola para correr risco de vida, porque os contêineres estão passando corrente elétrica. Eu só gostaria que olhasse, visitasse a Escola Aracilda Amaral e tomasse uma providência urgentemente, para evitar o pior antes que uma criança ou um professor receba uma descarga elétrica e vá a óbito”, declarou a mãe de dois alunos.
Segundo a Prefeitura, uma verificação no local apontou que não se tratava de choque elétrico provocado pela rede, mas de energia estática relacionada ao sistema de aterramento dos contêineres.
Ainda de acordo com a administração, o aterramento foi reforçado e o problema “aparentemente foi solucionado”.
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Infiltrações durante as chuvas
Elizete da Costa, que tem dois filhos matriculados na unidade e atua como representante dos pais, afirma que os problemas com a estrutura da escola são antigos. “Esse problema de molhar a escola vem desde quando o meu filho entrou, tem mais de três anos. Quando vem o período chuvoso, chove mais dentro das salas de aula, secretaria e biblioteca do que no próprio pátio. É uma situação de calamidade”, relata.
Sobre os problemas com infiltrações, a Prefeitura afirmou que não identificou um problema permanente. “Foram problemas pontuais, registrados por uma forte chuva, que esteve acima do normal”, informou a pasta.
Sobre a instalação de uma lona sobre os contêineres, a secretaria informou que o serviço está sendo cobrado da empresa responsável para que sejam tomadas as providências necessárias.
A Secretaria Municipal de Educação reforçou ainda que as demandas apresentadas pela comunidade escolar são encaminhadas conforme surgem. Segundo a pasta, há contato direto com a gestão das 52 unidades de ensino do município e uma equipe de manutenção para atender as ocorrências.
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