Sobre o tema envolvendo Sargento da PMGO, além disso, em um intervalo de quatro dias, o sargento da Polícia Militar de Goiás (PMGO) Luiz Eduardo Carvalho e Silva, de 45 anos, ajudou duas crianças em situações de risco em Goiânia. Dessa forma, os episódios aconteceram durante a semana do Dia das Crianças, em outubro, e envolveram desde o socorro a uma menina que sofreu queimaduras em um restaurante até a intervenção para evitar que um menino fosse atingido por um veículo.
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Com isso, em entrevista ao Mais Goiás, o policial relembrou como agiu nas duas situações e contou o que sentiu ao perceber que as crianças precisavam de ajuda. Nesse sentido, O primeiro caso ocorreu em 12 de outubro, quando ele estava de folga e almoçava com a família. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Sargento da PMGO continuam sendo acompanhados com atenção.
Portanto, segundo Luiz Eduardo, uma criança chutou uma bola que atingiu o rosto de uma atendente. Em seguida, com o impacto, a comida quente que ela carregava caiu sobre a face e o couro cabeludo de outra criança. De acordo com as apurações, ao perceber o que havia acontecido, o sargento decidiu agir imediatamente.
Contexto e detalhes sobre Sargento da PMGO
“Eu visualizei o momento em que acertou o rosto da atendente. Por outro lado, quando acompanhei o movimento, vi que a comida quente havia caído no couro cabeludo da criança e no rosto”, relatou.
Vale destacar que ao perceber que a menina se debatia, demonstrando desconforto com a queimadura, Luiz Eduardo procurou uma maneira de resfriar a região atingida. Sendo assim, como tinha uma garrafa de líquido frio sobre a mesa, pegou o recipiente e correu até a criança.
“O que eu tinha ali na mesa era um litro frio. Além disso, momentaneamente, peguei esse litro e corri até a criança para conseguir o resfriamento daquela região, para reduzir as sequelas da queimadura”, contou.
Principais pontos e impactos da decisão
Dessa forma, depois da primeira intervenção, o policial continuou o atendimento em uma pia, utilizando água corrente para resfriar a pele atingida. Com isso, segundo ele, a menina começou a se acalmar enquanto recebia ajuda, e a mãe percebeu que a intervenção estava contribuindo para tranquilizá-la.
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Luiz Eduardo conseguiu contato com a família três dias depois do acidente. Na conversa, os familiares agradeceram pela atitude e informaram que as lesões sofridas pela criança foram superficiais.
“Eles me agradeceram muito e falaram que fui um anjo que estava presente naquele momento. (…) Me informaram que poderiam ter sido lesões piores se eu não tivesse sido tão rápido naquela ação”, afirmou.
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A segunda situação aconteceu em 15 de outubro, enquanto Luiz Eduardo realizava patrulhamento pela região da Avenida Goiás, em Goiânia. Durante o trajeto, ele avistou um menino correndo em direção à via interna do BRT. Uma senhora tentava alcançar a criança e gritava por ajuda.
Ao perceber o risco, o sargento parou a viatura e verificou que não havia veículos se aproximando naquele momento. Em seguida, desceu rapidamente para alcançar o menino.
“Desci do veículo rapidamente e consegui agarrá-lo. Coloquei no meu colo, consegui acalmá-lo e entreguei para os pais”, relatou.
Os dois episódios aconteceram em um intervalo de quatro dias e repercutiram nas redes sociais. De acordo com Luiz Eduardo, ele recebeu mensagens de amigos, desconhecidos e pessoas de diferentes estados e até de outros países que acompanharam as imagens das ocorrências.
“Foi muito gratificante para mim conseguir levar uma alegria para a família, para mim, para Deus, evitando dois momentos trágicos”, disse.
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Para o policial, a disposição para ajudar não se limita ao exercício da profissão. Ele afirma que procura estar atento ao que acontece ao seu redor e intervir quando percebe que alguém precisa de auxílio, mesmo quando está de folga.
“Eu sempre procurei servir e ter atenção nos locais e nos lugares onde frequento. Nunca fui omisso a nenhum episódio de ocorrência, mesmo estando de folga. Sempre procurei ajudar”, afirmou.
Ao recordar os dois casos, Luiz Eduardo também relacionou os acontecimentos à sua fé. Segundo ele, a coincidência de as ocorrências terem acontecido durante a semana do Dia das Crianças tornou o período ainda mais marcante.
“Eu senti uma presença muito mais forte de Deus, me orientando, me guiando. Quero que isso continue acontecendo, para estar fazendo o bem, plantando o bem”, concluiu.
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