Quarta-feira, 21 de outubro de 2026
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Quais médicos os homens devem procurar em cada fase da vida?

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Quais médicos os homens devem procurar em cada fase da vida?

Sobre o tema envolvendo médicos os homens, Subtítulo: No Dia do Homem, especialistas reforçam a importância das consultas preventivas e explicam quais médicos devem fazer parte do acompanhamento em cada fase da vida para prevenir doenças e aumentar as chances de diagnóstico precoce.

Além disso, (FOLHAPRESS) A resistência dos homens em procurar atendimento médico continua sendo um dos principais desafios para a prevenção de doenças. Dessa forma, muitos só buscam ajuda quando o problema já está avançado. Com isso, celebrado nesta quarta-feira (15), o Dia do Homem busca chamar a atenção da população masculina para a importância dos cuidados com a saúde. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a médicos os homens continuam sendo acompanhados com atenção.

Nesse sentido, especialistas afirmam que saber quais médicos procurar em cada fase da vida é um dos caminhos para identificar doenças precocemente e reduzir o risco de complicações. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de médicos os homens nos últimos dias.

Contexto e detalhes sobre médicos os homens

Portanto, segundo a psicóloga Priscila Maria Gabos, do Hospital Samaritano Higienópolis, da Rede Américas, a resistência masculina em procurar um médico está mais relacionada a fatores culturais do que à falta de informação. Especialistas destacam que novas atualizações sobre médicos os homens devem surgir em breve.

“Muitos homens foram educados para acreditar que precisam suportar a dor e resolver os problemas sozinhos”, afirma.

Em seguida, como consequência, sintomas físicos e emocionais são minimizados. De acordo com as apurações, nesse intervalo, o paciente pode atrasar diagnósticos, reduzir as chances de prevenção e aumentar o risco de complicações.

Principais pontos e impactos da decisão

“Os modelos tradicionais de masculinidade podem criar uma falsa associação entre vulnerabilidade e fraqueza. Por outro lado, do ponto de vista psicológico, reconhecer limites, expressar emoções e procurar apoio são habilidades relacionadas ao autocuidado e até à maturidade emocional”, diz Gabos.

Vale destacar que segundo a psicóloga, os homens precisam entender que saúde não é apenas a ausência de doença, mas envolve bem-estar físico, emocional e social. Sendo assim, isso significa manter uma rotina com consultas preventivas, atividade física, sono adequado, alimentação equilibrada, vínculos sociais positivos e estratégias para lidar com o estresse.

“Quanto mais naturalizarmos a busca por ajuda e os cuidados preventivos, maior tende a ser a adesão dos homens e melhores serão as chances de uma vida mais longa e saudável”, afirma.

O que dizem as partes envolvidas

Além disso, para a médica de família Rosana Castello Branco, do Hospital São Domingos, em São Luís (MA), os cuidados com a saúde devem começar na infância e continuar ao longo de toda a vida, sempre com foco na prevenção e adaptados às necessidades de cada paciente.

Quais médicos procurar e em quais idades?

Dessa forma, na infância, o acompanhamento com o pediatra é o primeiro passo. Com isso, nessa fase, além do crescimento e do desenvolvimento, devem ser avaliados aspectos como higiene, saúde bucal, desenvolvimento motor e emocional, maturação sexual e vacinação.

Nesse sentido, algumas alterações exigem intervenção precoce, como fimose e problemas relacionados aos testículos. O médico de família também passa a exercer um papel importante desde a infância.

Na adolescência, o urologista deve fazer parte do acompanhamento médico. Para Ricardo Ferro, coordenador da Urologia do Hospital Brasília, da Rede Américas, o primeiro contato com esse profissional deve ocorrer entre os 12 e os 18 anos.

Nessa fase, o urologista pode orientar sobre ISTs (infecções sexualmente transmissíveis), higiene, sexualidade e autocuidado, além de avaliar o desenvolvimento puberal.

Entre os 20 e os 39 anos, o médico de família segue como principal referência para os cuidados preventivos, monitorando a vacinação e os riscos de obesidade, hipertensão, diabetes e ISTs. Quando necessário, o paciente pode ser encaminhado a especialistas.

“Nessa fase, um dos principais cuidados é manter a vacinação em dia. Na infância, esse acompanhamento costuma ser feito pelos pais, mas, na adolescência e na vida adulta, muitas pessoas deixam de conferir se o esquema vacinal continua atualizado”, diz Branco.

Ainda nesse período, o urologista ganha mais importância no acompanhamento da saúde sexual e reprodutiva e no diagnóstico de condições como varicocele, principal causa de infertilidade masculina, além do câncer de testículo, cuja incidência é maior entre homens jovens.

A partir dos 40 anos, aumentam os cuidados com doenças cardiovasculares, diabetes, alterações do colesterol e alguns tipos de câncer.

O acompanhamento continua sendo individualizado e pode incluir o encaminhamento para especialistas, como cardiologistas e endocrinologistas, conforme o histórico e os fatores de risco de cada paciente.

A partir dos 45 anos, começa a discussão sobre a avaliação do câncer de próstata. A doença é silenciosa e não apresenta sintomas na fase inicial. Muitos pacientes só recebem o diagnóstico em estágios avançados, quando as chances de cura diminuem drasticamente. Por isso, é importante manter uma vigilância constante a partir dessa idade.

Para homens sem fatores de risco, essa conversa deve começar por volta dos 50 anos. Já para aqueles com histórico familiar de câncer de próstata em parentes de primeiro grau, como pai ou irmãos, e para homens negros ou obesos, que apresentam maior risco de desenvolver formas mais agressivas da doença, ela deve ocorrer a partir dos 45 anos.

“A avaliação combina o exame de toque retal, que analisa a consistência e o formato da próstata, e o exame de sangue PSA. Os dois são complementares. Um não substitui o outro”, afirma Ferro.

Depois dos 60 anos, o médico de família continua coordenando o acompanhamento e passa a dar maior atenção à prevenção de quedas, à preservação da autonomia e às saúdes cognitiva, auditiva e visual, além da revisão de medicamentos e do estado nutricional, já que a perda de massa muscular pode comprometer a funcionalidade.

Quando necessário, o paciente é encaminhado a especialistas, de acordo com suas necessidades.

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Redação Foco Goiás