Além disso, um grupo especializado em aplicar golpes contra lotéricas entrou na mira de operação da Polícia Civil (PC) suspeito de lesar estabelecimentos em Goiás. O bando usava aplicativos de mensagem para se passar por proprietários e, com isso, abordar os colaboradores com pedidos de transferências.
Ao todo, policiais de Goianésia, responsáveis pela investigação, cumpriram um mandado de prisão e três de busca e apreensão contra integrantes do bando. Entre os alvos da ação, deflagrada na última quarta-feira (14), há um suspeito preso no Estado de Alagoas.
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Conforme a corporação, o investigado já se encontra detido em decorrência de investigações anteriores por fraudes semelhantes. Os golpes, no entanto, haviam sido aplicados contra casas lotéricas em diferentes estados brasileiros.
Aplicar golpes: Esquema
Levantamentos da PC apontam que a quadrilha usava técnicas de engenharia social para enganar funcionários de casas lotéricas por meio do aplicativo WhatsApp. Os suspeitos criavam perfis falsos, se passando pelos proprietários dos estabelecimentos e, então, induziam os colaboradores a realizar transferências bancárias e pagamentos de boletos fracionados.
Segundo a corporação, novas investigações devem ser realizadas com o objetivo de identificar outros envolvidos e esclarecer a estrutura e a atuação do grupo criminoso. O prejuízo provocado e a quantidade de vítimas identificadas até o momento não foram informadas pela PC.
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