Além disso, A gameleira de cerca de 10 metros de altura que ocupa a calçada e avança sobre uma residência no Setor Campinas, em Goiânia, deverá ser retirada pela Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg). A operação, porém, exigiu uma longa tramitação administrativa. Dessa forma, O corte foi autorizado pela Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma) em agosto de 2024, depois que uma vistoria identificou danos na estrutura do imóvel. Com isso, mais de dois anos depois, a prefeitura autorizou a contratação emergencial de dois guindastes para viabilizar a remoção.
Nesse sentido, A Comurg informou que o cronograma da retirada ainda será definido, após a indicação de um gestor e fiscal do contrato de locação dos equipamentos. Portanto, A companhia estima que o trabalho dure seis dias, com os dois guindastes em atuação simultânea. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a setor Campinas continuam sendo acompanhados com atenção.
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Em seguida, A gameleira, da espécie Ficus elastica, está localizada na Rua José Hermano, no Setor Campinas. De acordo com as apurações, segundo parecer da Amma, a árvore aparentemente estava em bom estado, mas apresentava problemas que justificaram a autorização para o corte.
Por outro lado, A vistoria foi realizada em 26 de agosto de 2024 pela Gerência de Arborização Urbana da Amma. Vale destacar que O documento aponta que a árvore obstrui completamente o passeio público e tem boa parte da copa projetada sobre o imóvel.
O sistema de raízes também provocou danos na construção. Os técnicos registraram parede deslocada, raízes entrando por rachaduras e pelo teto, além da invasão da rua.

Setor Campinas: Ministério Público
A retirada da árvore chegou ao Ministério Público depois que o morador procurou a instituição para relatar os problemas. Ele informou que a árvore estava invadindo a estrutura da casa, com galhos sobre o telhado e queda de partes de grande porte dentro do imóvel.
Segundo o relato, ele já havia aberto um processo junto à Amma e recebido parecer favorável à retirada, mas a medida ainda não havia sido executada. O morador também afirmou ter feito diversos contatos com a prefeitura sem conseguir resolver a situação.
Diante do risco relatado, o MP encaminhou ofício à Comurg em 18 de julho de 2025. O documento solicitou que a companhia adotasse as medidas pertinentes e apresentasse relatório.
Em ofício de 23 de julho de 2025, a assessoria jurídica da Comurg encaminhou o caso à Diretoria de Operações para avaliação dos documentos e adoção de providências.
Guindastes de grande porte
A dificuldade para fazer o corte está relacionada ao tamanho da árvore e à proximidade com a residência. Segundo a Comurg, a operação exigirá dois guindastes telescópicos, com alcance mínimo de 35 metros e capacidade mínima de 25 toneladas cada, além de cestos aéreos reforçados.
O serviço foi estimado em seis dias, com os dois equipamentos funcionando simultaneamente. A companhia será responsável pela execução da poda e da retirada da árvore.
A custo desta remoção será R$ 39.600 para a Comurg, equivalente a R$ 3.300 por diária dos equipamentos.
A companhia explicou que o material cortado, inclusive as raízes, será removido pela própria Comurg. A massa verde será utilizada na produção de adubos.
Já o reparo da calçada e o plantio de um novo exemplar, como compensação ambiental, ficarão sob responsabilidade do proprietário do imóvel, conforme o Código de Posturas do Município.
A Amma determinou que a compensação seja feita com o plantio de uma muda de escova-de-garrafa (Callistemon viminalis), com manutenção por pelo menos 12 meses. A exigência consta do parecer técnico de 2024.
Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.
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