Sábado, 10 de outubro de 2026
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Polícia investiga suposta fraude que aumentava valor do táxi no Galeão, no Rio

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Polícia investiga suposta fraude que aumentava valor do táxi no Galeão, no Rio

Dessa forma, A suposta fraude era feita por meio de um dispositivo eletrônico escondido atrás de um botão do porta-malas, que permitia aumentar artificialmente o valor das corridas. Com isso, entre as cobranças identificadas estão corridas com valores superiores a R$ 900 para a zona sul do Rio, em trajetos que não ultrapassam 20 km.

Polícia investiga suposta fraude que aumentava valor do táxi no Galeão, no Rio

Além disso, © Shutterstock Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Polícia investiga continuam sendo acompanhados com atenção.

Folhapress Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de Polícia investiga nos últimos dias.

Contexto e detalhes sobre Polícia investiga

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – Policiais civis realizaram nesta quinta-feira (8) uma operação contra um suposto esquema de adulteração de taxímetros no aeroporto internacional do Galeão, na Ilha do Governador, Rio de Janeiro. Especialistas destacam que novas atualizações sobre Polícia investiga devem surgir em breve.

Dessa forma, A suposta fraude era feita por meio de um dispositivo eletrônico escondido atrás de um botão do porta-malas, que permitia aumentar artificialmente o valor das corridas. Com isso, entre as cobranças identificadas estão corridas com valores superiores a R$ 900 para a zona sul do Rio, em trajetos que não ultrapassam 20 km.

Nesse sentido, A investigação aponta que o mecanismo pode ter sido instalado em 200 táxis vinculados a uma empresa de locação de veículos. Portanto, O nome do grupo não foi revelado, nem o responsável.
Agentes cumpriram mandados de busca e apreensão em endereços nos bairros do Rocha e de Piedade, na zona norte, no centro da cidade e no aeroporto. Em seguida, taxistas prestaram depoimento. De acordo com as apurações, não houve prisão.

Por outro lado, A apuração começou após a denúncia de um passageiro que desembarcou no Galeão e foi abordado por um homem que se apresentou como ligado ao serviço de táxi. Durante a corrida, o passageiro percebeu um aumento repentino no taxímetro e, ao chegar ao destino, constatou que havia pagado 50% a mais do que a tarifa regular.

O veículo foi localizado e submetido à perícia. Os exames identificaram uma pequena placa eletrônica conectada ao taxímetro. Essa placa, segundo a polícia, é capaz de multiplicar os pulsos enviados ao sensor do carro, acelerando a cobrança.

O botão poderia ser acionado discretamente pelo motorista, e o dispositivo era capaz de aumentar o valor da corrida em 20% em um só acionamento.
Documentos apreendidos indicam que a empresa responsável pela locação dos táxis exigia a instalação do mecanismo, feita em uma oficina indicada pelo próprio grupo.

Também é apurada a possibilidade de que o dispositivo já viesse instalado e configurado à revelia do motorista locatário do táxi. Se confirmada, a prática poderia permitir fraude contínua, sem a necessidade de acionamento manual durante cada corrida.

Outra parte da operação mirou a atuação dos chamados jóqueis, funcionários responsáveis por abordar passageiros no aeroporto, sobretudo turistas. Esses agentes recebem comissões para encaminhar os visitantes a carros sem autorização para operar no aeroporto.

De acordo com as apurações, a atuação dos captadores seria coordenada por um integrante do tráfico de drogas que atua na comunidade do Barbante, na Ilha do Governador, próxima ao aeroporto.

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Redação Foco Goiás