Domingo, 4 de outubro de 2026
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Píton é acusada de causar incêndio em escola, mas professora defende a cobra; vídeo

Píton é acusada
Píton é acusada de causar incêndio em escola, mas professora defende a cobra; vídeo

Sobre o tema envolvendo Píton é acusada, além disso, uma cobra píton de 2,4 metros virou o centro de uma investigação após um incêndio atingir o laboratório de ciências da Forest Middle School, na Virgínia, nos Estados Unidos. Dessa forma, segundo os bombeiros, o réptil teria escapado do recinto e derrubado uma lâmpada de aquecimento, provocando o fogo. A professora responsável pelos animais da escola, porém, contesta essa versão e afirma que a cobra fugiu do terrário para sobreviver às chamas.

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O incêndio aconteceu por volta das 0h30 do dia 13 de agosto, quando o sistema de alarme da escola foi acionado por causa de um foco de fogo em uma sala do segundo andar. Com isso, ao entrarem no prédio, os bombeiros encontraram bastante fumaça e também deram de cara com a píton. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Píton é acusada continuam sendo acompanhados com atenção.

Bombeiros apontam cobra como causa do incêndio

Nesse sentido, de acordo com o Departamento de Bombeiros e o inspetor de incêndios do condado de Bedford, a píton teria iniciado o incêndio depois de sair de seu recinto e derrubar uma lâmpada utilizada para aquecimento.

O Gabinete do Inspetor de Incêndios afirmou, porém, que não atribui qualquer intenção ao animal. “A cobra contribuiu para o início do incêndio. No entanto, não acredito que tenha havido qualquer tipo de intenção maliciosa por parte dela”, informou o órgão. Que bom!

A píton, chamada Nanner, sobreviveu ao incidente.

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Professora contesta versão e diz que cobra fugiu do fogo

A professora de ciências biológicas Brittany Jacobs, publicou um relato nas redes sociais para contestar a conclusão apresentada pelas autoridades.

Segundo ela, as luminárias do laboratório estavam devidamente fixadas e presas com travas de segurança, o que impediria que uma queda acidental provocasse o incêndio.

Brittany afirma que Nanner não escapou para derrubar o equipamento, mas para tentar se proteger das chamas e do calor. De acordo com a professora, o incêndio já havia começado quando a cobra deixou o terrário.

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“Ela saiu da sala porque estava quente demais lá dentro — quente a ponto de derreter o tanque ao lado do dela e derreter literalmente metade de Bowser, meu cágado do tamanho de uma bola de basquete”, escreveu.

O cágado, que também vivia no laboratório, não sobreviveu ao incêndio.

Brittany também afirmou ter analisado as imagens do circuito interno da escola. Segundo ela, as gravações mostram o fogo visível dentro da sala cerca de 20 minutos antes de Nanner aparecer no corredor.

A professora ainda citou marcas encontradas no corpo da píton como outro indício de que ela estava dentro do terrário quando as chamas começaram.

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Animais foram retirados da escola

Depois do incêndio, Brittany informou que precisou levar Nanner e os demais animais mantidos na escola para casa. O laboratório e outras áreas do prédio foram afetados pelos estragos provocados pelo fogo.

Apesar dos danos, a direção da escola manteve o calendário escolar.

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Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás