Quarta-feira, 21 de outubro de 2026
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PF suspeita que Roberta Luchsinger tinha autorização para agir em nome de Lulinha

PF suspeita
PF suspeita que Roberta Luchsinger tinha autorização para agir em nome de Lulinha
Brasil

Segundo relatório da Polícia Federal, Roberta Luchsinger afirmou a interlocutor que representava Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha

Sobre o tema envolvendo PF suspeita, 18/08/2026 23:16

Além disso, , atualizado 18/08/2026 23:20 Vale ressaltar que os aspectos relacionados a PF suspeita continuam sendo acompanhados com atenção.

Arte/Metrópoles sobre fotos de reprodução/Instagram
PF suspeita

Dessa forma, A Polícia Federal (PF) afirma que a lobista Roberta Luchsinger aparentava ter autorização para agir em nome de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Com isso, A conclusão consta em relatório produzido no âmbito de um novo inquérito instaurado para investigar suspeitas de tráfico de influência envolvendo os dois. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de PF suspeita nos últimos dias.

Nesse sentido, em uma conversa com Gustavo Gaspar, ex-assessor do senador Weverton Rocha (MDB-MA), Roberta teria afirmado ser representante de Lulinha ao tratar de negócios junto ao governo federal. Especialistas destacam que novas atualizações sobre PF suspeita devem surgir em breve.

“Eles sabem o que eu sou. Portanto, eu sou o Fábio”, escreveu a lobista, segundo mensagens obtidas pelo Estadão e divulgadas nesta terça-feira (18/8). Em seguida, A partir do conteúdo, a PF registrou no relatório que “aparentemente Roberta tinha autorização para agir em nome dele”. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a PF suspeita continuam sendo acompanhados com atenção.

Os diálogos foram utilizados pela corporação para embasar a abertura de três inquéritos destinados a apurar suspeitas envolvendo a atuação de Roberta e Lulinha em negócios com o governo federal. De acordo com as apurações, O primeiro investiga possíveis relações com o Ministério da Saúde. Por outro lado, O segundo apura suspeitas relacionadas à Dataprev, empresa de tecnologia do governo.

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Vale destacar que O terceiro também trata de negócios da dupla em outra área da administração federal.

Metrópoles

Sendo assim, roberta Luchsinger, Fábio Lula (Lulinha) e Cleber Ribas

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Sendo assim, roberta Luchsinger, Fábio Lula (Lulinha) e Cleber Ribas

Arte/ Metrópoles

Além disso, conversa entre Lulinha e Roberta Luchsinger revela que filho do presidente partipava de reuniões com núcleo-duro de Lula

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Além disso, conversa entre Lulinha e Roberta Luchsinger revela que filho do presidente partipava de reuniões com núcleo-duro de Lula

Arte/ Metrópoles

Lulinha

Com isso, O Metrópoles procurou a defesa de Lulinha para comentar as informações, mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem. Nesse sentido, O espaço permanece aberto para manifestação.

Mensagens citam negócios no governo

Gustavo Gaspar, interlocutor de Roberta na conversa mencionada pela PF, é ex-assessor do senador Weverton Rocha e também foi alvo das investigações relacionadas aos desvios no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Portanto, A PF suspeita que Gaspar tenha se associado ao empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, e participado da prospecção de negócios junto ao governo federal em conjunto com Roberta.

As investigações que envolvem Lulinha e Roberta tiveram origem em elementos recolhidos durante a apuração da chamada Operação Sem Desconto, que investiga fraudes relacionadas a descontos indevidos em aposentadorias e pensões do INSS.

A relação entre Lulinha, Roberta e o Careca do INSS já havia sido objeto de reportagens do Metrópoles, na coluna Tácio Lorran.

A coluna revelou que Roberta e o Careca do INSS atuaram juntos na tentativa de fazer lobby no Ministério da Saúde em favor de uma empresa de tecnologia e de uma companhia de cannabis. Os dois estiveram na pasta em ocasiões distintas, inclusive no mesmo dia, para tratar de negócios.

Posteriormente, a coluna também revelou que o Careca do INSS e Lulinha estiveram em Madri e Lisboa nas mesmas datas em pelo menos três ocasiões. Roberta participou de duas dessas viagens, segundo documentos da PF obtidos pela reportagem.

R$ 1,5 milhão para Roberta

Outro elemento que aparece nas investigações é o repasse de aproximadamente R$ 1,5 milhão feito pelo Careca do INSS a Roberta Luchsinger.

Segundo documentos da PF divulgados pelo Metrópoles, em uma das transferências, de R$ 300 mil, Antunes teria dito que o dinheiro era destinado ao “filho do rapaz”, expressão que a investigação considera como uma possível referência a Lulinha.

A defesa de Lulinha nega que ele tenha recebido valores do empresário e rejeita a hipótese de que os dois fossem sócios ocultos.

Em julho, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a abertura de inquérito para investigar suspeitas de corrupção e tráfico de influência envolvendo Lulinha em negócios relacionados à cannabis medicinal no Ministério da Saúde. A investigação tramita sob sigilo.

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Joias para ex-chefe de gabinete de Lula

As novas informações também incluem diálogos entre Roberta e Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, que foi chefe de gabinete da Presidência da República.

Segundo o Estadão, as conversas tratavam de pagamentos de boletos e do custeio de despesas de Marcola. Ele afirmou anteriormente que os valores faziam parte de um empréstimo e que devolveu R$ 249 mil a Roberta para quitá-lo.

Conforme mensagens divulgadas, Roberta chegou a repassar a Marcola informações tratadas com a vendedora das peças. “Ela sugeriu um brilhante. Vai mandar”, escreveu, antes de enviar uma fotografia das joias.

Na mesma conversa, Roberta encaminhou uma minuta de contrato relacionada à venda de medicamentos à base de canabidiol para o Ministério da Saúde. Segundo a PF, o envio poderia representar uma tentativa de obter auxílio do assessor presidencial para viabilizar o negócio.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás