Além disso, O pastor Alex Sandro Soares Zeca, de 47 anos, investigado pela morte de um homem em um motel de Catanduva (SP), já havia sido preso em flagrante em novembro de 2025 por agredir a esposa e possuir um revólver sem registro. Dessa forma, na ocasião, a captura ocorreu após a própria filha do casal, que tinha 11 anos na época, ligar para a Polícia Militar e denunciar que os pais brigavam e o homem estava armado.
Com isso, além do histórico veio a público na quarta-feira (21), o religioso voltou a ser detido na segunda-feira (19) por suspeita de violência doméstica no município. Nesse sentido, ele discutiu com a companheira, exigiu que ela deixasse a residência da família e tentou escapar da abordagem policial pulando o muro do imóvel, mas acabou localizado nos fundos da casa de um vizinho. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Pastor Alex continuam sendo acompanhados com atenção.
Pastor Alex: Prisão de Alex Sandro Soares Zeca no bairro Jardim Bela Vista em 2025
Portanto, de acordo com o boletim de ocorrência registrado em novembro de 2025, os policiais militares foram acionados pela filha de 11 anos e se deslocaram até a residência da família, localizada no bairro Jardim Bela Vista, em Catanduva, onde encontraram a mãe da menina com ferimentos na boca provocados pelas agressões físicas. Em seguida, durante a vistoria no imóvel, os agentes localizaram e apreenderam um revólver carregado dentro do guarda-roupa, sem qualquer documentação que comprovasse a regularidade da posse do armamento. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de Pastor Alex nos últimos dias.
De acordo com as apurações, em depoimento à polícia na época, a esposa relatou que o marido consumia drogas havia cerca de quatro dias consecutivos e solicitou uma medida protetiva de urgência. Por outro lado, O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) levou o suspeito sob escolta policial para a ala psiquiátrica do Hospital Padre Albino antes da transferência para a cadeia. O caso foi tipificado como violência doméstica, lesão corporal e posse irregular de arma de fogo. Especialistas destacam que novas atualizações sobre Pastor Alex devem surgir em breve.
Já na ocorrência mais recente, registrada em 19 de outubro de 2026, a mãe do investigado informou aos policiais que ele havia fugido pelos fundos da casa após a nova briga com a mulher. Os agentes encontraram o pastor escondido em um pequeno cômodo no quintal vizinho, onde ele tentou bloquear a porta para impedir a entrada da equipe. Ele foi conduzido à delegacia, prestou depoimento e foi liberado em seguida. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Pastor Alex continuam sendo acompanhados com atenção.
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Investigação sobre a morte de Fabrício Augusto das Neves no Motel Psiu
O histórico de ocorrências domésticas veio à tona enquanto a Polícia Civil de Catanduva apura a participação do pastor na morte de Fabrício Augusto das Neves, de 33 anos, ocorrida em 12 de outubro de 2026 em uma suíte do Motel Psiu. No local, os dois homens estavam acompanhados de Ana Lígia Oliveira do Carmo, de 26 anos, que afirmou em depoimento ter conhecido Fabrício havia cerca de 15 dias para encontros casuais e encontrado o religioso pela primeira vez naquele mesmo dia, durante uma confraternização na casa da vítima.
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Segundo o relato de Ana Lígia à Polícia Civil, antes da chegada ao estabelecimento comercial, ela se escondeu no porta-malas do carro de Fabrício enquanto os dois homens compravam vinho em um bar no bairro Bom Pastor, passando para o banco traseiro em uma parada durante o trajeto. Já dentro da suíte do motel, o trio consumiu bebidas alcoólicas, maconha e cocaína, sendo esta última substância oferecida pelo próprio pastor, o que antecedeu o mal-estar de Fabrício, que foi ao banheiro e recusou um convite para se juntar aos dois na cama.
Fuga de Alex Sandro Soares Zeca e andamento dos inquéritos em Catanduva
Quando o homem de 33 anos começou a sofrer convulsões e expelir água e espuma pela boca, o pastor tentou reanimá-lo jogando água e refrigerante sobre o corpo dele. Sem sucesso na manobra e vendo o colega desacordado, o religioso tentou pagar a conta do estabelecimento, no valor de R$ 298, mas foi impedido pelos funcionários porque a suíte continuava ocupada. Para deixar o local antes da chegada das autoridades, ele jogou o carro contra o portão do motel e fugiu.
O Samu constatou o óbito de Fabrício ainda na suíte. Em nota, o Motel Psiu declarou que preza pelo sigilo dos clientes e não irá se manifestar. As defesas de Alex Sandro Soares Zeca e de Ana Lígia Oliveira do Carmo não foram localizadas para comentar as acusações. A Polícia Civil aguarda o resultado conclusivo do laudo necroscópico do Instituto Médico Legal (IML) para determinar a causa exata da morte e apura cinco crimes no inquérito aberto em Catanduva.
- Morte suspeita;
- Dano ao patrimônio;
- Fraude processual;
- Outras fraudes;
- Porte de drogas para consumo pessoal.
Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.
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