Sobre o tema envolvendo apocalipse causado, além disso, O papa Leão 14 alertou que os avanços da inteligência artificial (IA) podem representar novos riscos para a humanidade, incluindo ameaças à segurança e à paz internacional. Dessa forma, O pontífice voltou a falar sobre o assunto nesta quinta-feira (24), no Vaticano, e deve reforçar a preocupação nesta sexta-feira (25), durante um discurso na sede da Unesco, em Paris.
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Com isso, A preocupação do Vaticano com a tecnologia não é recente. Nesse sentido, A Igreja Católica começou a promover discussões sobre os possíveis impactos da inteligência artificial ainda em 2019, durante o pontificado do papa Francisco. Portanto, agora, Leão 14 tem colocado o tema entre as prioridades de seu pontificado e defende a criação de regras internacionais para supervisionar o desenvolvimento da IA. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a apocalipse causado continuam sendo acompanhados com atenção.
Em maio, em seu primeiro documento de grande relevância como papa, Leão 14 afirmou que a inteligência artificial pode disseminar desinformação, alimentar conflitos e contribuir para um cenário de guerra contínua. Nesta quinta-feira, durante um discurso à Pontifícia Academia das Ciências, ele voltou a defender que os líderes mundiais precisam “governar com sabedoria” o desenvolvimento da tecnologia. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de apocalipse causado nos últimos dias.
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Segundo o padre Paolo Benanti, um dos principais assessores do Vaticano para assuntos relacionados à IA, o potencial de transformação da tecnologia é tão grande que pode provocar mudanças sociais difíceis de prever.
Papa alerta para uso da IA em armas
Uma das principais preocupações de Leão 14 é o uso da inteligência artificial em sistemas de armas autônomas, capazes de identificar alvos e tomar decisões com pouca ou nenhuma intervenção humana.
Em seu documento de maio, o papa afirmou que esse tipo de armamento avançou “praticamente para além de qualquer capacidade humana de governá-las”.
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Benanti também comparou drones equipados com inteligência artificial às minas terrestres, devido ao risco de sistemas automatizados não conseguirem distinguir adequadamente seus alvos.
Para o Vaticano, porém, o problema da IA vai além do uso militar. O padre afirmou que, enquanto armas nucleares podem ser armazenadas, contabilizadas e monitoradas, a inteligência artificial é muito mais difícil de controlar por estar espalhada por diferentes sistemas e plataformas.
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Vaticano já alertava sobre os riscos
Os primeiros grandes alertas do Vaticano sobre inteligência artificial ocorreram em 2019, quando a Santa Sé promoveu duas conferências para discutir os possíveis impactos da tecnologia.
Na época, o papa Francisco alertou que a disseminação de desinformação por meio da IA poderia contribuir para conflitos de grandes proporções.
Em 2020, o Vaticano também se uniu à Microsoft, IBM, Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e ao governo italiano para defender um desenvolvimento da inteligência artificial que não tivesse como único objetivo aumentar os lucros ou substituir trabalhadores.
Agora, o cardeal Pietro Parolin, principal diplomata do Vaticano, voltou a defender uma regulamentação internacional. Segundo ele, os países não podem agir isoladamente diante do avanço da tecnologia.
“O futuro da humanidade está realmente em jogo”, afirmou Parolin.
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