Sobre o tema envolvendo Mulher se casa, além disso, sua vó te dizia que você ia ver cada coisa nessa vida? Dessa forma, pois é. Com isso, em Bogotá, na Colômbia, uma mulher de 35 anos se casou com um ônibus, fez uma tatuagem em homenagem ao veículo e ainda virou faxineira para ficar perto do ‘amor’. Nesse sentido, romântica, Yeline Lizbeth Patiño realizou uma cerimônia de casamento simbólica e chama a linha 60 do TransMilenio de “amor da sua vida”. Portanto, mas a história de amor passa por um drama: a mulher teme que o trajeto seja desativado.
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De acordo com as apurações, A história começou quando Yeline ainda era jovem. Por outro lado, ela conta que teve seu primeiro contato com o que chama de mecanofilia, uma atração por máquinas, aos 10 anos. Vale destacar que na época, apaixonou-se por um ônibus intermunicipal de número 2200. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Mulher se casa continuam sendo acompanhados com atenção.
Contexto e detalhes sobre Mulher se casa
“Meu amor era profundo e genuíno. Sendo assim, eu chorava por ele e escrevia cartas”, contou. Além disso, que fofa!

Dessa forma, anos depois, o objeto da paixão mudou. Com isso, quando viu os ônibus vermelhos do TransMilenio na televisão, Yeline passou a se interessar pelo sistema de transporte de Bogotá. Em 2006, aos 15 anos, ela viu pela primeira vez a linha H60 e diz que chegou a imaginar um casamento com um dos ônibus.
A relação ganhou força quando ela se mudou para Bogotá, em 2023. Foi então que passou a frequentar a linha 60, operada pelos ônibus articulados identificados pelos números A60 e F60, dependendo do sentido do trajeto.
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Casamento teve vestido, bolo e anel
Yeline afirma que não é apaixonada por um ônibus específico, mas pela própria linha 60 e pela identidade que, segundo ela, o veículo ganha ao operar naquele percurso.

“É essa entidade específica que eu amo: o ônibus articulado TransMilenio quando está operando na linha 60. O painel eletrônico que exibe o número 60 também faz parte da máquina”, explicou.
Em determinado momento, decidiu transformar a paixão em uma espécie de relacionamento. Com a ajuda de amigos e familiares, realizou uma cerimônia simbólica de casamento. Ela usou vestido branco, teve bolo, recebeu um anel de pérola e contou com a presença de pessoas próximas.
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Posteriormente, também conseguiu um documento que registra simbolicamente sua intenção de se casar com “a linha AF60 do TransMilenio, um ônibus articulado de Bogotá”.
A relação chegou até a pele: Yeline tatuou no torso a frente de um ônibus articulado, acompanhada da inscrição “F60 Portal Américas” e de uma imagem da catedral de Bogotá.

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Trabalho de faxineira e o medo de perder o ‘amor da sua vida’
A paixão também influenciou sua rotina profissional. Yeline passou a trabalhar à noite como faxineira para conseguir ficar perto da frota.
Apesar de dizer que ainda se interessa por homens e já ter tido relacionamentos, Yeline afirma que sua ligação com a linha 60 é diferente.
O motivo para tornar a história pública, segundo Yeline, é o receio de que a linha 60 seja retirada de circulação. Ela afirma ter ouvido que o trajeto poderia ser eliminado nos próximos anos devido à expansão do metrô de Bogotá.

“Estou apavorada – verdadeiramente apavorada – com a possibilidade de a TransMilenio cancelar essa linha”, disse.
Por isso, ela pretende criar campanhas, buscar apoio de grupos de objetófilos e mecanófilos e até organizar um movimento para tentar preservar o número 60 dentro do sistema de transporte.
“Estou pedindo apenas uma coisa: que haja um ônibus articulado da TransMilenio com o número ‘60’ em sua rota – não importa para onde ele vá”, afirmou.
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Yeline também diz querer entrar em contato com organizações de direitos humanos e outras pessoas que compartilhem de sua relação com objetos e máquinas.
“Não quero que essa rota seja removida. É o amor mais imenso e belo que se possa imaginar. Gostaria de apoio internacional”, declarou.

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