Sexta-feira, 16 de outubro de 2026
Goiás

Mulher que usou fotos de idosos para contratar empréstimos sem autorização é condenada em Morrinhos

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Mulher que usou fotos de idosos para contratar empréstimos sem autorização é condenada em Morrinhos

Além disso, uma ex-funcionária de um correspondente bancário de Morrinhos, na região Sul de Goiás, foi condenada a 13 anos, 10 meses e 20 dias de prisão por usar documentos e fotos de clientes para contratar empréstimos sem autorização. Dessa forma, O esquema atingiu nove pessoas, a maioria idosos ou em situação de vulnerabilidade, e envolvia a abertura de contas digitais em nome das vítimas para receber o dinheiro obtido nas fraudes. Com isso, A condenação foi mantida pelo Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO) e se tornou definitiva em outubro de 2026, sem possibilidade de novos recursos.

Nesse sentido, de acordo com o processo, a mulher aproveitava o trabalho no correspondente bancário para conseguir documentos pessoais e fotografias dos clientes. Portanto, ela dizia que as informações seriam usadas em procedimentos de reconhecimento facial, simulações ou contratações regulares de crédito. Em seguida, depois, utilizava os dados sem o conhecimento das vítimas para abrir contas digitais, fazer empréstimos e transferir os valores para a própria conta. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a contratar empréstimos continuam sendo acompanhados com atenção.

De acordo com as apurações, em alguns casos, as fraudes só foram descobertas quando os clientes perceberam descontos desconhecidos em seus benefícios previdenciários. Como os valores eram destinados ao sustento das vítimas, a Justiça considerou o impacto financeiro dos crimes na definição da pena. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de contratar empréstimos nos últimos dias.

A ex-funcionária foi condenada por furtos qualificados mediante fraude. Além da pena de prisão, em regime inicialmente fechado, a sentença estabeleceu o pagamento de indenização mínima de R$ 5 mil para cada vítima, somando pelo menos R$ 45 mil.

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Contratar empréstimos: Tribunal manteve a condenação

A defesa recorreu da decisão, mas a 3ª Câmara Criminal do TJGO manteve integralmente a sentença. O processo transitou em julgado em outubro de 2026, o que significa que não cabe mais recurso contra a condenação.

Ao definir a pena, a juíza Shauhanna Oliveira de Sousa Costa, da 2ª Vara Criminal de Morrinhos, considerou que a mulher abusou da confiança dos clientes e utilizou informações obtidas durante o exercício da profissão para cometer as fraudes.

A repetição das operações criminosas também pesou na decisão. Por entender que os crimes foram praticados de forma continuada, a magistrada aplicou o aumento máximo previsto para esse tipo de situação.

O caso serve de alerta para quem precisa apresentar documentos ou fazer reconhecimento facial durante um atendimento financeiro. Antes de fornecer fotos, documentos ou outros dados pessoais, é importante confirmar diretamente com a instituição financeira para que as informações serão utilizadas.

Também é recomendável pedir uma cópia de qualquer contrato assinado ou operação realizada e conferir se os valores, as condições e o tipo de serviço correspondem ao que foi autorizado. Senhas e códigos de autenticação não devem ser compartilhados sem a confirmação da legitimidade da solicitação.

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Aposentados e pensionistas devem acompanhar regularmente os extratos bancários e do benefício previdenciário. Empréstimos, parcelas ou descontos desconhecidos podem indicar uma operação feita sem consentimento.

Ao identificar uma movimentação suspeita, a orientação é entrar em contato com a instituição financeira, registrar uma reclamação e comunicar o caso para a Polícia Civil. Familiares também podem ajudar idosos a verificar extratos e identificar cobranças que não reconhecem.

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Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás