Segunda-feira, 2 de novembro de 2026
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Empresária que morreu após plástica pagou mais de R$ 115 mil e não fez consulta antes de cirurgia

Empresária que morreu
Empresária que morreu após plástica pagou mais de R$ 115 mil e não fez consulta antes de cirurgia

Sobre o tema envolvendo Empresária que morreu, além disso, A empresária Andreia Vieira Gaspar, de 51 anos, faleceu em Goiânia depois de passar por uma cirurgia plástica, pela qual desembolsou R$ 118 mil. Dessa forma, A irmã da vítima, Djiane Vieira, revelou que Andreia não teve uma consulta presencial com o médico antes do procedimento.

Com isso, andreia havia residido na Espanha por cinco anos e voltou à capital goiana para realizar a cirurgia, que era um desejo antigo da família. Nesse sentido, segundo Djiane, a irmã realizou todos os exames exigidos ainda na Espanha e encaminhou os resultados à equipe médica antes de viajar para o Brasil. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Empresária que morreu continuam sendo acompanhados com atenção.

“Foram dois anos que ela ficou poupando. Portanto, não é fácil você reunir R$ 118 mil ganhando salário. Em seguida, então era um sonho na cabeça dela que já vinha de anos”, afirmou Djiane. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de Empresária que morreu nos últimos dias.

De acordo com as apurações, conforme relatos de Djiane, um dos exames indicou uma alteração bacteriana. Por outro lado, A irmã de Andreia também relatou que a paciente informou a equipe sobre o uso de medicamentos, incluindo hormônios, e recebeu orientação para suspender a medicação uma semana antes da operação.

Vale destacar que A família aponta indícios de negligência médica no caso. Sendo assim, em 20 de agosto, o Ministério Público de Goiás (MP-GO) solicitou a instauração de um inquérito policial para apurar a possível ocorrência de homicídio culposo.

Além disso, em um comunicado, o médico otorrinolaringologista Lessandro Martins manifestou pesar pela morte da paciente e solidariedade à família, mas declarou que não faria comentários sobre o caso em respeito ao código de ética médica.

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Empresária que morreu: Ausência de consulta presencial antes do procedimento

Dessa forma, andreia chegou a Goiânia em 3 de agosto, de acordo com a irmã. Com isso, A empresária tinha uma consulta agendada com o médico para o dia 10, mas Djiane relata que a secretária informou o cancelamento do encontro, e a avaliação seria feita diretamente no centro cirúrgico.

Com isso, a família afirma que Andreia teve contato presencial com os integrantes da equipe médica somente no hospital, em 11 de agosto, data de sua internação para os procedimentos.

“Até nesse momento a minha irmã não tinha passado pelo médico e não fez uma avaliação própria, pessoalmente”, afirmou Djiane.

Nesse sentido, segundo a irmã, Andreia entrou para a cirurgia por volta das 7h e retornou ao quarto às 17h30. Portanto, djiane, que permaneceu no hospital, expressou preocupação com a longa duração do procedimento.

A família relata que as cirurgias duraram aproximadamente dez horas. Andreia foi submetida a intervenções no rosto e pescoço, que incluíram ritidoplastia profunda, frontoplastia, mentoplastia e blefaroplastia, além de aplicação de gordura facial.

Questionamentos da família sobre o atendimento hospitalar

Djiane descreveu que Andreia voltou ao quarto bastante inchada e com dificuldade para respirar. A irmã contou que o estado da paciente piorou ao longo da noite, e ela pediu atendimento médico.

A irmã de Andreia acionou a equipe diante da situação, e a paciente continuou a solicitar a presença de um médico. Conforme Djiane, a empresária veio a óbito em seus braços durante a madrugada.

“Minha irmã era uma pessoa completamente cuidadosa, cheia de saúde, superdisposta para a vida. E o sonho da vida dela era fazer esse procedimento”, disse.

A família também questionou a infraestrutura disponível no hospital para emergências. Djiane relatou que buscou informações sobre a existência de ambulância e de uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no momento em que o quadro de Andreia se agravou.

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Em comunicado anterior, a defesa do Hospital Ankar informou que a paciente recebeu atendimento de emergência imediato, com assistência da equipe médica e de enfermagem e a aplicação das medidas necessárias. O hospital também esclareceu que os exames pré-operatórios foram realizados externamente e que os registros do atendimento estão documentados em prontuário, podendo ser disponibilizados às autoridades.

O médico Lessandro Martins, responsável pelo procedimento, reiterou seu lamento pela morte da paciente e afirmou que, em observância ao sigilo médico, não comentará dados clínicos ou detalhes do atendimento. Ele garantiu que todos os esclarecimentos serão prestados aos órgãos competentes.

A empresária morreu em 12 de agosto. Um laudo, citado pela família, apontou trombose aguda e infarto pulmonar como as causas do falecimento.

Posicionamento do médico Lessandro Martins sobre o caso

O médico Lessandro Martins expressou profundo pesar pelo falecimento de Andreia Vieira Gaspar e solidariedade à sua família.

Ele ressaltou que, por força do Código de Ética Médica — que persiste mesmo após o óbito —, o sigilo profissional impede conceder entrevistas ou detalhar dados clínicos e do atendimento.

Segundo Martins, todos os esclarecimentos serão fornecidos em total colaboração aos órgãos competentes, considerados os únicos locais adequados para a averiguação dos fatos.

O profissional de saúde afirmou ter confiança de que a apuração oficial demonstrará a correção da assistência prestada à paciente.

Esclarecimento do Hospital Ankar sobre os procedimentos

A advogada Cristiene Pereira Couto, responsável pela defesa do Hospital Ankar, lamentou profundamente o falecimento da paciente Andreia Vieira Gaspar e manifestou solidariedade aos seus familiares.

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A defesa esclareceu que a paciente recebeu atendimento de emergência imediatamente, com assistência da equipe médica e de enfermagem e a aplicação das medidas necessárias frente ao quadro apresentado.

O hospital frisou que a avaliação e os exames pré-operatórios foram feitos externamente, antes da internação da paciente na unidade para a realização do procedimento cirúrgico.

A partir da intercorrência, a paciente foi prontamente atendida pelos profissionais no local, com a utilização da estrutura hospitalar necessária e a execução das medidas de emergência indicadas.

Todos os registros relacionados ao atendimento estão devidamente documentados em prontuário e podem ser entregues às autoridades competentes sempre que for necessário.

O Hospital Ankar reiterou sua disponibilidade para fornecer todos os esclarecimentos pertinentes e colaborar plenamente com a apuração dos fatos, com transparência, responsabilidade e respeito à paciente, à família e aos profissionais envolvidos.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás