Além disso, O especialista em inteligência artificial Felipe Pacheco aproveitou a maior crise da história recente do Supremo Tribunal Federal (STF) para criar um jogo de luta inspirado no clássico Street Fighter. Dessa forma, em “Supremo Tribunal Fighter”, o jogador pode escolher um dos dez atuais ministros como lutador.
Com isso, ao portal Metrópoles, o programador disse que pediu para a “IA se virar e fazer absolutamente tudo”. O resultado foi um game para jogar no navegador com os magistrados como lutadores, cenários, além de música e mecânica de um game de luta. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a jogo de luta continuam sendo acompanhados com atenção.
Nesse sentido, entre os cenários, estão disponíveis o plenário do Supremo, o Congresso Nacional, a Praça dos Três Poderes, o Resort Tayayá e outros. Portanto, os personagens são os ministros Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Dias Toffoli, Edson Fachin, Gilmar Mendes, Luiz Fux, Nunes Marques, André Mendonça, Cristiano Zanin e Flávio Dino.
Em seguida, O game pode ser conferido em https://stf.fepache.co/.

Jogo de luta: Julgamento
De acordo com as apurações, na terça-feira (15), ocorreu a sessão do julgamento para autorizar ou não a abertura de uma investigação contra Moraes por mensagens trocadas com o fundador do Banco Master. O ministro Gilmar Mendes apresentou uma questão de ordem pelo adiamento e votação conjunta com o caso Mendonça (abuso de autoridade).
Ele foi seguido por Moraes, Flávio Dino e Cristiano Zanin. Presidente da Corte, Edson Fachin se posicionou contra e foi acompanhado por André Mendonça, Luiz Fux e, por último, Cármen Lúcia.
Pouco antes do voto de Cármen, Dino disse que pediria vista. Após a ministra se manifestar, o presidente Edson Fachin formalizou o pedido de mais tempo para a análise proclamou o fim do dia de julgamento.
O ministro Nunes Marques se declarou impedido e Toffoli, suspeito.
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Petição 16.662
O julgamento da Petição 16.662 é inédito porque o Plenário vai analisar se há elementos que justifiquem uma investigação contra um integrante da própria Corte. A apuração começou após a Polícia Federal encontrar, no celular de Vorcaro, cerca de 50 mensagens enviadas a um número atribuído a Moraes, além de documentos sobre a relação do Banco Master com o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro. O material também cita autoridades como o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e o procurador-geral da República, Paulo Gonet.
Não há denúncia nem inquérito contra Moraes. Antes de avaliar uma eventual investigação, os ministros terão de decidir se as provas são válidas. A Procuradoria-Geral da República (PGR) questiona a forma como o relatório foi produzido e afirma que o então relator do caso Master, André Mendonça, não poderia ter determinado sozinho diligências que alcançaram outro ministro do STF. Moraes nega ter atuado para beneficiar Vorcaro.
O episódio gerou um conflito entre Moraes e Mendonça e levou Fachin a assumir a relatoria. O presidente do STF também suspendeu decisões conflitantes de Mendonça e Flávio Dino relacionadas ao diretor-geral da PF.
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Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.
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