Sexta-feira, 30 de outubro de 2026
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Ministros do STF querem julgar redução de pena de Bolsonaro para reduzir tensão com novo Senado

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Ministros do STF querem julgar redução de pena de Bolsonaro para reduzir tensão com novo Senado
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Plenário vai analisar a constitucionalidade da medida que, se aprovada, vai reduzir o regime fechado de sete para dois anos e três meses

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Além disso, ministros do STF querem julgar redução de pena de Bolsonaro para reduzir tensão com novo Senado (Foto: Reprodução)

Dessa forma, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) querem julgar no plenário a ação que prevê a redução da pena de Jair Bolsonaro (PL) para reduzir a tensão com o novo Senado. Com isso, conforme apurou a colunista da Folha, Mônica Bergamo, nesta sexta-feira (30), os magistrados têm defendido que Moraes paute o caso. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Ministros do STF continuam sendo acompanhados com atenção.

Nesse sentido, O plenário vai analisar a constitucionalidade da medida que, se aprovada, vai reduzir o regime fechado de Bolsonaro de sete para dois anos e três meses. Portanto, como o ex-presidente já cumpriu quase um ano, até o fim do próximo ano ele poderia ser libertado.

Em seguida, três ministros reforçaram o interesse da medida à coluna. A partir do próximo ano, o Senado terá maioria bolsonarista e, ao menos, 49 senadores defendem o impeachment de membros da Corte.

A aprovação também esvaziaria novos projetos de anistia para Bolsonaro. Os ministros já definiram que crimes contra a democracia não podem ser anistiados. Além disso, essa análise frearia a análise da revisão criminal pedida pela defesa do ex-presidente.

Em dezembro de 2025, o Congresso aprovou a chamada Lei da Dosimetria (Lei 15.402/2026). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a vetou, mas estes foram derrubados em abril. Judicializada, ela ainda não foi aplicada, sendo suspensa em maio por Alexandre de Moraes.

O ministro argumentou que o plenário deveria julgar a constitucionalidade da norma antes dela entrar em vigor e reduzir as penas. Até agora, ela estava na gaveta. Com a pressão do momento, o texto pode entrar na pauta.

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Redação Foco Goiás