Meu Ayrton por Adriane Galisteu’. – Foto: reprodução
A apresentadora Adriane Galisteu anunciou a estreia da série documental “Meu Ayrton por Adriane Galisteu” na plataforma HBO Max. A produção, dividida em dois episódios, chega no dia 6 de novembro de 2025. O foco recai sobre o relacionamento entre Galisteu e o piloto Ayrton Senna, ocorrido entre 1993 e 1994. A iniciativa busca retratar os últimos anos da vida do tricampeão mundial de Fórmula 1 a partir da perspectiva da ex-namorada.
Galisteu, de 52 anos, compartilhou a novidade em suas redes sociais. A série inclui depoimentos dela e de pessoas próximas ao casal. O anúncio ocorre um ano após o lançamento da série “Senna” na Netflix, que gerou debates sobre a representação do romance.
A direção fica a cargo de João Wainer, com produção da Magnífica Conteúdo. A obra promete detalhes inéditos sobre a rotina do casal durante a carreira vitoriosa de Senna.
Início do relacionamento em 1993
O romance entre Adriane Galisteu e Ayrton Senna começou em 1993, durante a temporada de Fórmula 1. Galisteu, então modelo, conheceu o piloto em um evento social no Brasil. Eles mantiveram o namoro discreto, devido à agenda intensa de Senna nas pistas europeias.
A relação ganhou visibilidade em 1994, quando Senna competia pela Williams. Galisteu viajava frequentemente para acompanhar corridas. O casal planejava encontros em cidades como Mônaco e São Paulo.
Estrutura da produção em dois episódios
A série divide-se em dois capítulos de cerca de 45 minutos cada. O primeiro episódio aborda o início do namoro e a dinâmica cotidiana. O segundo foca nos eventos de 1994, incluindo o acidente fatal de Senna em Ímola, na Itália.
Depoimentos de amigos e jornalistas complementam o relato de Galisteu. A produção usa imagens de arquivo da época. Não há recriações dramatizadas, priorizando relatos orais.
Material exclusivo, como fotos pessoais, integra o conteúdo. A HBO Max planeja promoção em canais de esportes e entretenimento.
Contexto familiar e repercussão inicial
A família de Senna expressou desconforto com a exposição do relacionamento na mídia logo após o falecimento do piloto. Galisteu enfrentou críticas públicas nos anos 1990. Ela optou por silêncio inicial para respeitar o luto.
Anos depois, Galisteu publicou o livro “Caminho das Borboletas”, em 2007. A obra detalha os últimos meses com Senna. A série atualiza esses relatos com novas perspectivas.
Fãs defenderam maior visibilidade para Galisteu em homenagens recentes. A produção responde a essa demanda.
Comparação com série da Netflix de 2024
A série “Senna”, lançada na Netflix em novembro de 2024, dedicou menos de três minutos ao romance com Galisteu. A atriz Julia Fiotto interpretou a apresentadora em cenas breves. Outros relacionamentos, como o de Senna com Xuxa, receberam mais espaço.
Galisteu comentou que assistiu à produção como ficção. Ela não contribuiu com depoimentos para o roteiro. A HBO Max oferece agora uma narrativa dedicada.
- A série da Netflix focou na carreira esportiva de Senna, com 8 episódios.
- “Meu Ayrton” enfatiza aspectos pessoais, em formato mais curto.
- Ambas usam imagens históricas, mas diferem no tom intimista.
Expectativas para depoimentos de testemunhas
Amigos do casal fornecerão relatos sobre viagens e conversas privadas. Jornalistas de Fórmula 1 compartilharão observações de paddocks. Esses depoimentos adicionam camadas à visão de Galisteu.
A produção evita sensacionalismo, priorizando fatos cronológicos. Senna, tricampeão em 1988, 1990 e 1991, tinha 34 anos no relacionamento. Galisteu estava com 21 anos.
O episódio final aborda o impacto imediato do acidente em 1º de maio de 1994. Galisteu viajava para Portugal na ocasião.
Detalhes de produção e bastidores
João Wainer, diretor experiente em documentários, liderou filmagens em locações brasileiras e europeias. A Magnífica Conteúdo, produtora, trabalhou por seis meses na edição. O orçamento priorizou qualidade de áudio e vídeo.
Galisteu participou ativamente das gravações, em São Paulo. Equipe técnica incluiu 15 profissionais. A HBO Max investe em legendas e acessibilidade.
- Locais de filmagem: São Paulo, Mônaco e Ímola.
- Duração total: 90 minutos.
- Público-alvo: Fãs de automobilismo e biografias.
Reações iniciais nas redes sociais
Usuários elogiaram o anúncio nas plataformas digitais. Muitos destacaram a importância de múltiplas vozes na história de Senna. Críticas à série da Netflix ressurgiram nos comentários.
Galisteu agradeceu o apoio em post subsequente. A HBO Max confirmou a data em perfil oficial. Expectativa cresce para prévia em outubro.
A série integra catálogo de originais da plataforma, ao lado de outros títulos esportivos.
Legado do romance na memória coletiva
O relacionamento influenciou narrativas sobre Senna pós-1994. Galisteu manteve privacidade sobre o tema por décadas. A produção marca 30 anos do fim do namoro.
Fãs aguardam insights sobre personalidade de Senna fora das pistas. A obra contribui para preservação de memórias autênticas. Lançamento coincide com temporada de Fórmula 1.


