Ministro alegou que pedido de relatório envolvia autoridades e por isso necessitava de mais cautela
Sobre o tema envolvendo Mendonça justifica, 15/09/2026 00:38
Além disso, , atualizado 15/09/2026 00:59 Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Mendonça justifica continuam sendo acompanhados com atenção.

Dessa forma, O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que pediu o relatório sobre o ministro Alexandre de Moraes presencialmente aos delegados da Polícia Federal por “cautela” e para preservar o “sigilo” da investigação. Com isso, A explicação foi dada ao presidente da Corte, Edson Fachin, na noite desta segunda-feira (14/9). Nesse sentido, O pedido é considerado atípico. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de Mendonça justifica nos últimos dias.
Portanto, segundo Mendonça, havia indícios de que estavam tendo vazamentos da investigação sobre o Banco Master. Além disso, ele destaca que o relatório necessitava de mais “cautela” por envolver autoridades, como o Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, e o diretor da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.
“Nesse contexto, diante da menção direta à pessoa do atual Diretor-Geral da Polícia Federal, bem como do Procurador-Geral da República, por cautela, buscando preservar a higidez dos autos e a eficiência das investigações —sem imputar qualquer suspeita a quem quer que seja—, impunha-se, com ainda maior razão, a adoção de providência apta a salvaguardar a fiel observância às premissas norteadoras da atividade de supervisão judicial desempenhada por este Ministro desde o início das investigações”, disse.
A resposta de Mendonça atende a um pedido de explicação de Fachin após a PGR pedir a nulidade do documento. A PGR alegou que o relatório não é válido já que ministros do STF só podem ser investigados com autorização do Plenário da Corte. Sobre a acusação, Mendonça não deu explicações em seu despacho.
O relatório produzido pela Polícia Federal a pedido de Mendonça sobre uma possível relação entre Moraes e Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, será analisado nesta terça-feira (15/9) pelo Plenário. Em sessão inédita, os ministros vão decidir se Moraes deve ser investigado no caso.
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O documento da PF indicou que Moraes teria trocado mensagens com Vorcaro e falado sobre investigações em andamento.
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Moraes apresenta defesa
Alexandre de Moraes também se manifestou nesta segunda-feira (14/9). Em 44 páginas, o ministro disse que o relatório apresentado por Mendonça é ilegal e pediu a nulidade da instauração de investigação.
Moraes disse, ainda, que “não há indício de infração penal”. Segundo ele, o pedido de Mendonça é uma “vingança”. A defesa foi apresentada em resposta ao presidente da Corte, Edson Fachin, na noite desta segunda-feira (14/9).
Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.
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