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Dessa forma, marcella Segato de Sousa Melo
A médica Marcella Segato de Sousa Melo foi demitida do Hospital Municipal da Mulher e Maternidade Célia Câmara, em Goiânia. Com isso, terceirizada na unidade, ela havia sido afastada após enviar a colegas uma mensagem sugerindo que pacientes identificados como petistas não recebessem alta no dia do primeiro turno das eleições.
“Quem estiver na enfermaria no domingo, não é para dar alta para ninguém, a maioria é petista”, escreveu a médica em um grupo de profissionais de saúde na sexta-feira (2), segundo prints divulgados pela TV Anhanguera. Nesse sentido, um integrante respondeu com uma figurinha de Jair Bolsonaro fazendo sinal de positivo; outros participantes reagiram com emojis.
Portanto, em nota, Marcella pediu desculpas às pacientes, às famílias, aos colegas e ao hospital. Em seguida, ela afirmou que a mensagem não se transformou em conduta e que nenhuma paciente teve a alta atrasada ou negada. Segundo a médica, as liberações ocorreram exclusivamente com base em critérios clínicos, sem consideração da preferência política.
O Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego) informou que denúncias relacionadas à conduta ética de médicos são apuradas em sigilo, conforme determina o Código de Processo Ético-Profissional Médico. O conselho também pediu esclarecimentos ao responsável técnico pela instituição.

Médica que pediu: Como pensa Flávio Bolsonaro e quem está ao seu lado
Da defesa de um policial acusado pela morte de uma menina às controvérsias sobre dinheiro, ditadura, Covid-19, jornada de trabalho e apostas, o senador reúne um histórico que ajuda a examinar suas posições. Na campanha, conta com o apoio de Tarcísio de Freitas, partidos do centrão e lideranças do PL
Notícias ao Minuto | 03:29 – 09/10/2026
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