Em “Infância Hiperconectada”, Renata Machado Pinto aborda relações entre tecnologia, melatonina, crescimento e puberdade, e propõe mudanças na rotina das famílias
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Sobre o tema envolvendo Médica goiana, além disso, por Da Redação – Goiânia, GO
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Dessa forma, em “Infância Hiperconectada”, Renata Machado Pinto aborda relações entre tecnologia, melatonina, crescimento e puberdade, e propõe mudanças na rotina das famílias (Foto: Divulgação) Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Médica goiana continuam sendo acompanhados com atenção.
Com isso, O excesso de telas na infância pode afetar mais do que a atenção e a saúde mental. Nesse sentido, esse é o foco de Infância Hiperconectada, livro da médica endocrinologista infantil Renata Machado Pinto, de Goiânia. Portanto, A obra de divulgação científica explica, em linguagem acessível, como o uso de celulares, tablets, videogames e televisão — especialmente à noite — pode interferir no sono e nos ritmos biológicos de crianças e adolescentes. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de Médica goiana nos últimos dias.
“Todo mundo ficou com um excesso de tela justificado na pandemia. Em seguida, só que, depois que ela acabou, esse excesso não voltou ao basal”, afirma Renata. De acordo com as apurações, ela estuda a relação entre a glândula pineal e a melatonina desde antes da pandemia e pesquisa hábitos ligados ao tempo de tela e à puberdade precoce. Especialistas destacam que novas atualizações sobre Médica goiana devem surgir em breve.
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Por outro lado, A versão digital foi lançada na Amazon. A edição impressa está disponível para compra sob demanda em uma livraria on-line. Renata prevê uma noite de autógrafos em 12 de dezembro, na Livraria Leitura do Goiânia Shopping.
No livro, a médica discute como a exposição à luz emitida por dispositivos pode afetar a produção de melatonina, hormônio relacionado à regulação do sono. Também aborda possíveis relações entre telas, sono, crescimento, metabolismo e puberdade. A obra reúne referências científicas e histórias inspiradas em situações reais, aproximando o conteúdo da rotina familiar.

Renata cita uma pesquisa que realizou em Goiás sobre a incidência de puberdade precoce. Segundo os dados que relata, houve aumento de 150% durante o período pandêmico; depois, a incidência recuou, mas permaneceu cerca de 140% acima do período pré-pandêmico.
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A proposta do livro, segundo a autora, não é condenar a tecnologia, mas ajudar famílias a encontrar um uso mais equilibrado. O objetivo é abrir espaço na rotina para o sono, as brincadeiras, a atividade física, a convivência e a imaginação.
“Essas crianças têm uma vida muito passiva diante das telas”, diz Renata, que conta conversar sobre o tema com pais e avós no consultório. Ela também compara as experiências de infância de sua geração com as atuais: “Na minha infância, nos anos 80, havia muita atividade física e imaginação.”
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