Sexta-feira, 30 de outubro de 2026
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Liga única? Clubes da LFU apresentam proposta de novo estatuto

Liga única
Liga única? Clubes da LFU apresentam proposta de novo estatuto

Sobre o tema envolvendo Liga única, além disso, os clubes que integram a Liga Forte União (LFU) apresentaram uma proposta para alterar o estatuto do condomínio que administra o bloco das equipes. Dessa forma, A ideia tem como a principal mudança reduzir o poder de participação da Sports Media Entertainment (SME) e aumentar a força de decisão dos times dentro do grupo.

Com isso, apesar da proposta, a ideia ainda não foi discutida em assembleia pelos clubes participantes. Nesse sentido, A proposta será alvo de debates internos nos próximos dias, onde irão definir o futuro da LFU. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Liga única continuam sendo acompanhados com atenção.

Portanto, dentro das mudanças propostas, uma das principais é a transferência de controle de ativos comerciais da competição. No texto apresentado pelos clubes, os direitos relacionados aos naming rights do Campeonato Brasileiro, oportunidades coletivas de patrocínio e propriedades intelectuais da futura liga passarão a ser administrados diretamente pelos clubes.

Contexto e detalhes sobre Liga única

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Outro ponto da proposta estabelece que decisões sobre o estatuto e a gestão da futura liga serão de responsabilidade exclusiva dos clubes, sem necessidade de aprovação da empresa investidora.

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Dirigentes de clubes brasileiros. Foto: Rafael Ribeiro – CBF

O documento também prevê a retirada das cláusulas que permitiam à SME adquirir parte das propriedades comerciais dos clubes e inclui um cenário para a extinção do condomínio, desta forma realizando a criação de uma liga unificada do futebol brasileiro. Caso essa unificação aconteça, os direitos atualmente negociados com o investidor retornariam à propriedade exclusiva dos clubes, conforme previsto na proposta.

A proposta visa ainda dar mais força aos clubes. No novo estatuto, o comitê do condomínio seguiria com sete membros, mas os times iriam indicar seis nomes e não cinco, como é atualmente. O quórum mínimo para as reuniões também passaria de 90% para 75%. Desta forma, os times poderiam tomar decisões estratégicas sem a presença do investidor.

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Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás