Sexta-feira, 30 de outubro de 2026
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Líder da oposição agradece Trump e cita Lula após retorno à Venezuela – Metrópoles

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Líder da oposição agradece Trump e cita Lula após retorno à Venezuela – Metrópoles
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María Corina Machado concedeu a primeira entrevista coletiva desde seu retorno para a Venezuela em 25 de outubro

Jesus Vargas/Getty Images
Foto colorida mostra Maria Corina Machado, líder da oposição na Venezuela - Metrópoles

Sobre o tema envolvendo Líder da oposição, María Corina Machado agradeceu ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e ao chefe da diplomacia norte-americana, Marco Rubio, por terem capturado Nicolás Maduro. Além disso, A declaração da líder opositora na Venezuela aconteceu nesta quinta-feira (29/10).

“Quero agradecer ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao governo dos Estados Unidos e ao secretário de Estado, Marco Rubio, porque graças à sua visão, à sua coragem e à ação de 3 de janeiro [quando forças norte-americanas capturaram Maduro], abriu-se essa passagem para a liberdade”, afirmou Machado na primeira coletiva de imprensa realizada após seu retorno à Venezuela.

Dessa forma, A política de 59 anos retornou ao país no último domingo (25/10), após permanecer exilada no exterior durante quase um ano. Machado fugiu da Venezuela em dezembro de 2025, quando recebeu ajuda dos EUA para viajar clandestinamente até a Noruega, onde iria receber o Prêmio Nobel da Paz.

Antes disso, a líder da oposição viveu meses escondida no território venezuelano devido a perseguições do governo Maduro após as eleições de 2024.

Com isso, durante a conversa com repórteres, Machado também foi questionada sobre sua relação com líderes de países vizinhos. Nesse sentido, ela revelou ter uma boa relação com diversos presidentes na América Latina, como Abelardo de la Espriella da Colômbia, Daniel Noboa no Equador e Javier Milei na Argentina.

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A política, no entanto, disse nunca ter conseguido falar com o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva.

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“Falo frequentemente com todos eles”, disse. “Nunca falei com o presidente Lula, nunca. Essa é a realidade, e acredito que não tenha sido por falta de interesse da minha parte”.

O retorno da líder opositora para o país acontece em meio à transformações política na Venezuela, provocadas pela queda de Nicolás Maduro — e o alinhamento do governo interino de Delcy Rodríguez com os interesses norte-americanos.

Petróleo

Desde janeiro deste ano, quando militares dos EUA invadiram Caracas e capturaram o líder chavista, a nova administração cedeu a desejos do presidente Donald Trump. Entre eles, a abertura do setor petrolífero venezuelano para empresas norte-americanas, como parte de um plano de Wasghinton para a recuperação do país.

Nesta quinta-feira, a presidente Delcy Rodríguez anunciou que o país se prepara para realizar eleições livres “com o mundo como testemunha”. O pleito, ainda sem data definida para acontecer, faz parte de um roteiro de três fases apresentado pelo secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, no último ano.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás