Domingo, 4 de outubro de 2026
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Presidente do Atlético explica porque votou contra Lei Vini Jr no Campeonato Brasileiro

Presidente do Atlético explica voto contra Lei Vini Jr
Presidente do Atlético explica porque votou contra Lei Vini Jr no Campeonato Brasileiro
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Presidente do Atlético: Adson Batista participou da reunião na CBF que aprovou novas regras para o futebol brasileiro e classificou punição por gesto de cobrir a boca como “muito rigor”

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Sobre o tema envolvendo Presidente do Atlético, além disso, dirigente esteve presente na reunião da CBF (Foto: Raphael Teixeira / ACG)

Dessa forma, O presidente do Atlético-GO, Adson Batista, explicou por que votou contra a chamada “Lei Vini Jr.” durante a reunião realizada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), nesta segunda-feira (10), no Rio de Janeiro. Com isso, A medida prevê a expulsão de jogadores que cubram a boca durante discussões ou provocações com adversários.

Nesse sentido, em entrevista ao repórter Wellington Campos, da Rádio Itatiaia, Adson afirmou que considera a punição exagerada para uma atitude que, na avaliação dele, pode fazer parte de situações normais de uma partida.

“Eu votei contra porque eu acho que é muito exagero, é muito sensacionalismo. Portanto, porque hoje todo mundo fica aí dublando, explorando o que se fala. E às vezes são coisas normais do jogo”, explicou o dirigente.

Segundo o presidente do Atlético, a utilização da mão sobre a boca não deveria, por si só, ser suficiente para provocar uma expulsão. “Eu acho que é muito rigor para uma situação muito simples. Eu acho que tem coisas que são coibidas e a mão na boca, para mim, é algo muito simples. Eu acho que não deveria ser tão rigoroso com a expulsão”, completou.

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O que é a “Lei Vini Jr.”?

A regra recebeu o nome de “Lei Vini Jr.” em referência ao atacante brasileiro Vinícius Júnior. De acordo com as novas determinações aprovadas pela CBF, o jogador que cobrir a boca durante uma discussão ou com o objetivo de provocar um adversário poderá ser expulso.

A punição poderá ser aplicada mesmo que o árbitro não tenha escutado o que foi dito. O gesto de cobrir a boca, nessas circunstâncias, será considerado suficiente para caracterizar a infração.

A medida faz parte de um pacote de mudanças elaborado para reduzir a chamada “cera” e aumentar o tempo de bola rolando nas partidas do futebol brasileiro. As novas regras serão adotadas nas Séries A e B do Campeonato Brasileiro, na Copa do Brasil masculina e no Brasileirão A1 feminino.

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Redação Foco Goiás