Sábado, 7 de novembro de 2026
Goiás

Justiça afasta homem de casa em Jataí após esposa denunciar vício em apostas

Justiça afasta homem de casa devido ao vício em apostas
Justiça afasta homem de casa em Jataí após esposa denunciar vício em apostas

Sobre o tema envolvendo Justiça afasta, além disso, um homem foi obrigado pela Justiça a deixar a casa onde vivia com a esposa, em Jataí, no sudoeste de Goiás, após a mulher afirmar que ele desenvolveu vício em apostas on-line e colocou em risco o patrimônio da família. Dessa forma, além do afastamento, o juiz determinou que o único imóvel do casal não poderá ser vendido ou transferido até o fim do processo de divórcio. Com isso, A informação foi divulgada pelo portal Rota Jurídica nesta quarta-feira (15).

Nesse sentido, A decisão é do juiz Daniel Maciel Martins Fernandes, da Vara de Família e Sucessões de Jataí, e foi concedida em caráter de tutela de urgência dentro de uma ação de divórcio litigioso. Portanto, segundo a mulher, o marido passou a apresentar comportamento compulsivo durante o casamento, celebrado em 2021, e utilizava recursos do patrimônio comum e dela própria para sustentar o vício em plataformas de apostas, incluindo as chamadas bets e o jogo conhecido como “tigrinho”. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Justiça afasta continuam sendo acompanhados com atenção.

Em seguida, A autora afirma que o homem contraiu empréstimos, acumulou dívidas com terceiros, inclusive agiotas, e chegou a vender, sem sua autorização, um veículo de propriedade dela para quitar parte dos débitos. Ela também relatou que passou a arcar sozinha com as despesas da residência e com os custos da construção do imóvel onde o casal morava. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de Justiça afasta nos últimos dias.

Contexto e detalhes sobre Justiça afasta

Ao analisar o pedido, o magistrado considerou que os documentos apresentados no processo, como extratos bancários, contratos de empréstimos, comprovantes de pagamentos, planilhas de despesas e registros relacionados à venda do veículo, indicavam, em uma análise inicial, possível dilapidação do patrimônio familiar.

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Na decisão, o juiz destacou que a permanência do homem na residência poderia agravar os prejuízos financeiros e as dívidas contraídas com terceiros poderiam atingir o único imóvel do casal. O magistrado também considerou haver risco à integridade física e psicológica da mulher, motivo pelo qual determinou a separação de corpos e o afastamento do marido do lar.

Além da saída da residência, o imóvel foi declarado indisponível para impedir eventual venda ou transferência enquanto o processo estiver em andamento.

O pedido de bloqueio de ativos financeiros por meio do Sistema de Busca de Ativos do Poder Judiciário (SisbaJud), no entanto, foi negado. Segundo o magistrado, esse tipo de medida é adequado à fase de cumprimento de sentença e não se mostra compatível, neste momento, com a natureza da ação.

Além do divórcio, a mulher pede que parte dos bens seja considerada incomunicável, reparação pela suposta dilapidação patrimonial e a divisão desigual do patrimônio do casal.

O nome dos envolvidos não foi divulgado.

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Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás