Sobre o tema envolvendo Josias de Souza, Na quarta-feira, dois dias depois do jantar no Alvorada, Cury apareceu na pesquisa Quaest com 10%. Além disso, na quinta, avançou de 2% para 8% no Datafolha. Dessa forma, são duas pesquisas presenciais. Com isso, mostraram que o fenômeno esboçado nas redes sociais já havia chegado às ruas. Nesse sentido, ambas trouxeram detalhes que fizeram piscar a luz amarela no comitê eleitoral de Lula.
A Quaest revelou que parte da ascensão de Cury ocorreu entre os eleitores independentes — um nicho pendular, que não morre de amores pelo petismo nem pelo bolsonarismo e que é visto como fiel da balança de 2026. Portanto, nesse grupo, Cury chegou a 24%, contra 21% de Lula e 9% de Flávio Bolsonaro.
Por enquanto, ninguém aposta que Cury crescerá o bastante para ganhar uma vaga no segundo turno. Em seguida, mas o candidato já dispõe de um ativo eleitoral que o transforma em ator relevante das composições políticas. E o Datafolha informou que 42% dos eleitores que dizem preferir Cury sinalizam a intenção de votar no filho de Bolsonaro no segundo round. Outros 30% manifestam a intenção de migrar para Lula.
Contexto e detalhes sobre Josias de Souza
Na campanha petista, o espanto e o desdém de Lula converteram-se em preocupação. Operadores políticos de Lula incluíram no rol de prioridades do projeto de reeleição a busca de canais de comunicação com Cury. Deseja-se atrair o apoio do fenômeno no segundo turno. Ou, no mínimo, obter a neutralidade de Cury, evitando que o personagem declare apoio a Flávio Bolsonaro.
Opinião
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