Além disso, um homem de Singapura declarou-se culpado perante a Justiça dos Estados Unidos da acusação de conspiração para extorsão ao articular uma das maiores ações de furto de criptomoedas já registradas no território norte-americano.
Dessa forma, malone Lam admitiu o planejamento conjunto com comparsas para subtrair 245 milhões de dólares em bitcoin, equivalentes a 181 milhões de libras, e a posterior ocultação do patrimônio obtido. Com isso, ele assumiu a culpa. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Homem de Singapura continuam sendo acompanhados com atenção.
Nesse sentido, de acordo com os dados apresentados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, o réu de 22 anos e seus comparsas chegavam a gastar quantias de até 500 mil dólares por noite em casas noturnas e adquiriram uma frota de automóveis exóticos com preços variando individualmente entre 100 mil e 3,8 milhões de dólares. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de Homem de Singapura nos últimos dias.
Contexto e detalhes sobre Homem de Singapura
Portanto, O acusado pode receber uma pena de até 20 anos de reclusão pelo crime cometido. Em seguida, A juíza federal Colleen Kollar-Kotelly preferiu não definir imediatamente o cronograma formal para a audiência da sentença.

“Se você construir um império de crimes cibernéticos, nós o encontraremos, desmantelaremos sua operação e o responsabilizaremos”, disse a procuradora Jeanine Pirro.
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Principais pontos e impactos da decisão
“Este réu comandou uma rede internacional que enganou vítimas, invadiu a privacidade delas e desviou centenas de milhões de dólares em criptomoedas”, afirmou Jeanine Pirro. De acordo com as apurações, A manifestação ocorreu no tribunal.
Por outro lado, O próprio investigado relatou às autoridades nos Estados Unidos que abandonou os estudos secundários em Singapura aos 14 anos antes de viajar para a América em outubro de 2023, onde permaneceu residindo ilegalmente após a expiração de seu visto no mês de janeiro seguinte.
Vale destacar que documentos anexados ao processo indicam que a articulação criminosa teve início antes ou durante o mês de outubro de 2023 e continuou ativa até pelo menos o mês de maio de 2025. As transações atingiram diversos estados.
O que dizem as partes envolvidas
Integrantes do grupo procedentes de regiões como Califórnia, Connecticut, Nova York, Flórida e áreas exteriores aos Estados Unidos estabeleceram os primeiros contatos por meio de salas de jogos virtuais.
Identificado pelo Departamento de Justiça também pelos codinomes Anne Hathaway, $$$ e King Greavy, Malone Lam operava na liderança da associação para selecionar alvos patrimoniais e atribuir funções operacionais aos demais cúmplices. A função incluía o monitoramento de contas.
O Departamento de Justiça revelou que os suspeitos enganavam os proprietários para coletar dados confidenciais e realizavam arrombamentos residenciais pontuais com o objetivo de capturar credenciais restritas e esvaziar integralmente as carteiras digitais das vítimas.
Os recursos em moeda digital roubados serviram para custear bolsas da grife Hermes Birkin avaliadas em dezenas de milhares de dólares cada unidade. Os artigos eram atirados diretamente para o público durante festas em casas noturnas.
O órgão governamental listou despesas adicionais que englobavam relógios de luxo avaliados em até 500 mil dólares, roupas de alta costura, locação de residências em Los Angeles, Miami e Hamptons, fretamento de jatos executivos para deslocamentos e a contratação contínua de seguranças particulares.
Um tribunal distrital da Flórida já havia registrado que o padrão de consumo exibicionista tornou o acusado uma figura conhecida nas baladas de Los Angeles e Miami. A súbita movimentação financeira despertou suspeitas imediatas.
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A estrutura delitiva caiu em setembro de 2024 após investigadores do FBI efetuarem a prisão em flagrante do jovem e de outro comparsa.
“Enquanto ouvia as provas, só conseguia pensar em Ferris Bueller dando errado”, declarou a juíza Alicia Valle na primeira audiência do réu, em referência ao filme de 1986 sobre um garoto que fingia doença para faltar à aula e viver aventuras em Chicago. O comentário repercutiu no plenário.
“Ele gastou esse dinheiro loucamente, frequentando casas noturnas de Los Angeles e adquirindo mais de 30 automóveis de alto luxo, o que representa uma quantia inacreditável de gastos e loucura resultante da apropriação de mais de 230 milhões de dólares”, avaliou a magistrada.
O cúmplice Evan Tangeman foi sentenciado a 70 meses de prisão pelo crime de lavagem do capital originado da fraude no mês de abril. O caso tramitou na Justiça norte-americana.
O Departamento de Justiça informou que o cúmplice tentou destruir evidências logo após a captura do líder da quadrilha, atitude considerada pelo juízo como demonstração clara de consciência de culpa.
Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.
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