Quinta-feira, 5 de novembro de 2026
Política

Flávio volta a alegar fraude sem provas ao New York Times e fala em ‘derrota impossível’

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Flávio volta a alegar fraude sem provas ao New York Times e fala em ‘derrota impossível’

Além disso, em entrevista publicada pelo New York Times nesta quinta-feira (5), o senador Flávio Bolsonaro (PL) alegou, novamente, fraude nas eleições presidenciais e disse que sua derrota para o presidente Lula (PT) foi “matematicamente impossível”. Dessa forma, O candidato, que fugiu para os Estados Unidos dois dias após perder o pleito, não apresentou qualquer prova.

Com isso, ele também afirmou que a prorrogação do horário de votação pode ter sido utilizada para acrescentar votos de forma irregular para o petista. Nesse sentido, flávio, que não apresentou evidências da declaração, também havia pedido a extensão do tempo do pleito. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a New York continuam sendo acompanhados com atenção.

Portanto, vale citar que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou qualquer alegação de fraude. Além disso, observadores internacionais atestaram a integridade da eleição, que teve o resultado reconhecido por mais de uma centena de países.

Nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump disse que a eleição parece “estranha” e não reconheceu oficialmente o resultado. Ele, contudo, não contestou o pleito.

No Brasil, aliados de Flávio, como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e o próprio PL reconheceram a vitória de Lula. O petista derrotou o senador em 25 de outubro com 51,79% dos votos válidos contra 48,21% de Flávio.

Ao desembarcar nos EUA, Flávio publicou uma carta à nação com teor antidemocrático, na qual se declarava o “verdadeiro presidente eleito”. Ele apagou o documento, postando um novo em que se dizia “líder do Brasil”.

A fuga de Flávio ocorreu após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinar que ele entregasse os passaportes e não deixasse o país. O político é investigado em, pelo menos, dois inquéritos.

Ainda na entrevista, o congressista disse que não teve ajuda para deixar o Brasil. “Foi tudo obra minha. Não houve ajuda de absolutamente ninguém, de nenhum governo.” Sobre a logística, ele não deu detalhes. “Como cheguei até aqui, levarei isso para o túmulo comigo.”

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Redação Foco Goiás