Além disso, O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que organizou sozinho a viagem que o levou aos Estados Unidos e negou ter recebido ajuda de qualquer governo. Dessa forma, A declaração foi dada em sua primeira entrevista desde que deixou o Brasil, concedida ao jornal norte-americano em 4 de novembro de 2026 em Miami, na Flórida.
Com isso, na conversa, o senador disse que levará os detalhes da viagem para o túmulo. “Como cheguei até aqui, levarei isso para o túmulo comigo”, declarou. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Flávio Bolsonaro continuam sendo acompanhados com atenção.
Flávio Bolsonaro nega ajuda de governos para deixar o Brasil
Nesse sentido, segundo a entrevista, Flávio afirmou que a decisão de sair do país foi dele. “Foi tudo obra minha”, disse. “Não houve ajuda de absolutamente ninguém, de nenhum governo”, acrescentou. Quando perguntado sobre a possibilidade de terceiros terem colaborado, o senador respondeu: “Pode ter havido torcida, mas nada além disso”. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de Flávio Bolsonaro nos últimos dias.
Portanto, continue lendo: Em meio a atritos eleitorais, Donald Trump afirma que evitou intervir na eleição do Brasil a pedido de Lula Especialistas destacam que novas atualizações sobre Flávio Bolsonaro devem surgir em breve.
Em seguida, flávio disse ao jornal que não pretende revelar como chegou aos Estados Unidos. De acordo com as apurações, ao ser questionado sobre o trajeto, ele não deu detalhes sobre a operação. Por outro lado, A entrevista não foi publicada integralmente pelas fontes consultadas, e os trechos citados vêm de reproduções em outros veículos. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Flávio Bolsonaro continuam sendo acompanhados com atenção.
Jato para Miami: quem providenciou a aeronave, segundo reportagens
De acordo com autoridades americanas e reportagens, o jato que levou o senador a Miami foi providenciado por Jason Miller, assessor de comunicação da Casa Branca. Essas mesmas fontes afirmam que a entrada de Flávio nos Estados Unidos foi autorizada diretamente pelo presidente Donald Trump. Reportagens relatam que Miller confirmou ter providenciado a aeronave, mas a informação não foi confirmada por fonte oficial.
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Flávio nega qualquer ajuda na viagem. Ele também não confirmou a participação de Miller na operação. Reportagens relatam ainda que o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, irmão do senador, teria participado da articulação, mas essa informação também não foi confirmada por fonte oficial.
Entrada nos EUA por parole e trajeto de terra e ar
Flávio e familiares entraram nos Estados Unidos por meio do parole, uma permissão de entrada temporária concedida pelo governo americano, autorizada publicamente por Donald Trump, segundo reportagem do 180graus. O mecanismo permite a entrada temporária de estrangeiros em situações específicas, decidida pelas autoridades do país.
O trajeto começou por terra, com passagem pela Ponte Internacional Tancredo Neves até Puerto Iguazú, na Argentina. Depois, a viagem seguiu de avião particular até Miami, com escala técnica no Equador, segundo registros oficiais citados em reportagem.
Datas da entrevista, da publicação e da permanência nos EUA
- Entrevista concedida: 4 de novembro de 2026, à tarde (horário exato não informado)
- Publicação da entrevista: 5 de novembro de 2026 (horário não informado)
- Distância e tempo da viagem até a Flórida: 8.000 km em 42 horas, segundo reportagem
- Período de permanência nos EUA concedido a Flávio e à família: 1 ano, segundo reportagem
Passaportes e a decisão de sair do país
A decisão de deixar o Brasil foi tomada no dia em que visitava o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), após a entrega dos passaportes. Reportagens divergem sobre quem determinou a medida: uma cita a Polícia Federal e outra, o ministro Alexandre de Moraes. As fontes consultadas não confirmaram qual versão está correta.
Ao jornal, o senador disse acreditar que seu desfecho no Brasil será a prisão e afirmou que seria condenado se permanecesse no país. “Eu já sei que o desfecho final será a minha prisão”, declarou, segundo reportagem. Ele disse ainda que preferiu deixar o país a arriscar o mesmo destino do pai.
Derrota na eleição e a decisão tomada na manhã seguinte
Flávio afirmou que o plano de partir foi decidido espontaneamente com a esposa, Fernanda Bolsonaro, na manhã seguinte à derrota na eleição presidencial de 2026, segundo reportagem. O senador disse que, embora soubesse que tinham amigos no exterior, a decisão foi tomada sem apoio externo. Ele deixou o Brasil nessa semana, mas a data exata da saída não foi confirmada pelas fontes consultadas.
Em 1º de novembro de 2026, Flávio anunciou que procuraria veículos de comunicação brasileiros e estrangeiros para falar sobre sua situação. Uma tentativa de entrevista com uma emissora de TV brasileira não avançou, porque o senador exigia exibição integral e sem temas vetados, segundo reportagem.
O mandato de Flávio no Senado termina no início de 2027. Com isso, ele deixaria de ter foro por prerrogativa de função, segundo reportagem do Fato Amazônico. A conversa com o jornal norte-americano é a primeira que o senador concede após a viagem.
Há versões diferentes sobre o termo usado para a saída do país. Flávio nega ter fugido do Brasil, segundo reportagem, enquanto outros veículos usam o termo “fuga”.
Não se sabe se há ordem de prisão ou processo formal contra Flávio no Brasil além das investigações já mencionadas. O conteúdo integral da entrevista não foi confirmado nas páginas consultadas.
Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.
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