Sobre o tema envolvendo Filha de mulher, Recém nascida morre dois dias após mãe – Reprodução/TV Globo
Além disso, A recém-nascida Jade, filha de Jéssica Duarte Gonçalves, morreu na manhã de 17 de setembro na unidade de terapia intensiva neonatal do Hospital Municipal Albert Schweitzer, no Rio de Janeiro. Dessa forma, O falecimento ocorreu dois dias após a morte da própria mãe, que apresentou complicações decorrentes do parto. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Filha de mulher continuam sendo acompanhados com atenção.
Com isso, A Secretaria Municipal de Saúde do Rio confirmou a morte da criança, declarando que a equipe médica forneceu todos os cuidados indicados durante a internação. Nesse sentido, jéssica Duarte Gonçalves havia dado entrada em 8 de setembro no Hospital da Mulher Mariska Ribeiro, em Bangu, na Zona Oeste carioca, para dar à luz sua terceira filha em parto normal. Portanto, A criança nasceu sem sinais de enfermidade, pesando perto de quatro quilos.
Filha de mulher: Reclamações de dores e denúncia de negligência médica
Logo após o procedimento, a paciente começou a relatar fortes dores no abdômen antes de ser liberada para casa. Em seguida, jonathan, viúvo de Jéssica, declarou que o corpo clínico não realizou exames de imagem para verificar a origem dos sintomas informados pela mulher.
De acordo com as apurações, de acordo com Jonathan, a paciente Jéssica Duarte Gonçalves recebeu apenas analgésicos e hidratação venosa enquanto sua situação física se agravava continuamente, momento em que uma funcionária retirou coágulos retidos em seu corpo de forma manual e uma médica em atendimento atribuiu o inchaço abdominal e o sofrimento da mulher a gases.

Diagnóstico clínico e agravamento do quadro de saúde
Por outro lado, A paciente buscou auxílio médico novamente devido ao agravamento acelerado do quadro de dor. Os profissionais determinaram a transferência imediata de Jéssica para o Hospital Municipal Albert Schweitzer, onde os médicos realizaram uma cirurgia emergencial com suporte na unidade de terapia intensiva. A paciente teve a morte confirmada cinco dias após o parto.
Os registros médicos indicaram múltiplos fatores críticos associados ao puerpério de Jéssica. O laudo clínico apontou três condições específicas como causadoras do óbito:
- Atonia uterina, caracterizada pela ausência de contração do útero após a saída do bebê;
- Coagulação intravascular disseminada;
- Sepse puerperal.
A recém-nascida Jade seguiu para a unidade intensiva do Hospital Municipal Albert Schweitzer no fim da tarde de 15 de setembro, permanecendo internada até a constatação da morte.
Posicionamento oficial da direção da maternidade
A direção do Hospital da Mulher Mariska Ribeiro declarou que o parto normal ocorreu sem intercorrências e sem qualquer fator de risco imediato que indicasse a necessidade de cesariana. O estabelecimento de saúde afirmou que a mulher recebeu medicação após manifestar desconforto abdominal e que ela apresentou evolução clínica positiva antes da alta concedida 48 horas depois do nascimento.
O Hospital da Mulher Mariska Ribeiro informou que a administração instaurou um processo formal de apuração para revisar a assistência prestada à mulher. Representantes da maternidade manifestaram solidariedade aos familiares atingidos pelas duas perdas consecutivas.
Cuidados intensivos aplicados à recém-nascida
Os médicos do Hospital Municipal Albert Schweitzer mantiveram a bebê sob monitoramento constante por menos de 48 horas na ala neonatal.
A Secretaria Municipal de Saúde do Rio informou que os profissionais esgotaram as condutas de suporte pediátrico. O prontuário médico registrou a interrupção definitiva dos sinais vitais da criança na manhã de 17 de setembro.

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