Sobre o tema envolvendo Família pede, Thaissa e Edivaldo – Reprodução
Além disso, A morte de Thaissa de Oliveira Marques, de 21 anos, completou sete dias em 18 de setembro de 2026, em Londrina, após a estudante ser assassinada a golpes de faca ao reagir a uma tentativa de estupro no estabelecimento esportivo em que atuava. Dessa forma, O caso gerou manifestações de parentes por punição do responsável. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Família pede continuam sendo acompanhados com atenção.
Família pede: Declarações do pai relembram trajetória de Thaissa de Oliveira Marques
Com isso, O pai da vítima, Edivaldo Marques, reuniu recordações da jovem e relatou a dedicação dela aos estudos universitários. “A minha filha respeitava a família inteira e estava ensinando a gente a viver”, disse Edivaldo Marques. “A gente quer justiça, porque ela não vai voltar com a gente”, declarou o pai ao recordar o último contato antes do expediente da filha.
Nesse sentido, A vítima cursava o último ano de Nutrição e prestava exames vestibulares para ingressar na graduação de Direito no Paraná.
Prisão de Gabriel de Andrade pela Polícia Civil
Portanto, O investigado Gabriel de Andrade, de 21 anos, acabou detido em flagrante pela Polícia Civil no próprio dia do crime. Ele fugiu do local da agressão e permaneceu ferido na mão em uma via pública próxima da academia de Londrina. O suspeito alegou assalto. Prestadores de serviços localizaram marcas de sangue no interior do imóvel e alertaram as viaturas policiais que atendiam o suposto roubo.
Confissão inicial e contradições perante investigadores
Após a localização do corpo de Thaissa de Oliveira Marques no interior da academia onde ela exercia funções laborais em Londrina, os policiais militares confrontaram Gabriel de Andrade, momento em que o rapaz admitiu ter atacado a vítima com golpes fatais de arma branca em razão de a jovem ter resistido à investida sexual que ele pretendia consumar contra ela no prédio comercial. Contudo, em oitiva formal na delegacia da Polícia Civil, Gabriel de Andrade alegou perda de memória sobre os atos executados e disse recordar somente de sua ida até o endereço.
Posicionamento da defesa técnica do acusado
O advogado de defesa Antônio Magalhães sustentou que o cliente possui laudo de Transtorno do Espectro Autista. O defensor comunicou que não pretende utilizar a condição médica para justificar o homicídio qualificado e a tentativa de estupro. A manifestação formal do representante enumerou exigências para a permanência do investigado sob custódia estatal.
- Preservação da integridade física e psicológica de Gabriel de Andrade na unidade prisional
- Atendimento médico e assistência compatível com o quadro de Transtorno do Espectro Autista
- Acompanhamento dos laudos periciais e das investigações conduzidas pela Polícia Civil em Londrina
O acusado permanece sob custódia judicial preventiva no sistema carcerário de Londrina à espera dos relatórios periciais complementares.

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