Documento reforça: Conforme o memorial, o magistrado do Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu um advogado para discutir ação sobre precatórios dias após se reunir com o ex-banqueiro
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Sobre o tema envolvendo Documento reforça, além disso, documento apoia versão de Mendonça sobre reunião com Vorcaro (Foto: Divulgação)
Dessa forma, reportagem do Metrópoles, nesta quarta-feira (2), divulgou um documento que reforça a versão do ministro André Mendonça sobre o encontro com o fundador do Banco Master, Daniel Vorcaro. Com isso, conforme o memorial, o magistrado do Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu um advogado para discutir ação sobre precatórios dias após se reunir com o ex-banqueiro. Nesse sentido, A peça chegou ao gabinete três dias após a reunião. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Documento reforça continuam sendo acompanhados com atenção.
Portanto, mendonça afirmou que Vorcaro conversou com ele sobre a Suspensão de Tutela Provisória (STP) nº 976 na reunião. Em seguida, tratava-se de uma ação sobre precatórios de interesse do Banco Master. De acordo com as apurações, em nota, ele disse ter ouvido o ex-banqueiro “uma única vez” por iniciativa do empresário. No mesmo mês, o magistrado também se reuniu com o advogado Wilson Ramalho Cavalcanti Neto, e o tema foi a questão dos créditos, conforme informado.
Assinado por Wilson Ramalho, o documento pede ao ministro, por meio da Agro Industrial Tabu, usina do setor sucroalcooleiro, que acolha embargos e rejeite a suspensão de um precatório milionário.
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Ainda no memorial, consta a origem da dívida e outros detalhes, como um ganho de causa à Tabu e outras empresas. Na peça, o advogado argumenta que o STF utilizou premissas erradas ao suspender o precatório e pede que a Corte faça a correção.
Conforme registrado por Mendonça, na ocasião, outro ministro havia pedido vista do caso. O placar era 6 a 0 desde 2024, quando Vorcaro foi recebido. O ministro também informou que sua posição foi contrária à defendida pelo grupo do ex-banqueiro, que também teria buscado outros magistrados da Corte. Segundo a Veja, a peregrinação ocorreu entre os gabinetes em abril de 2026. O Metrópoles apurou que um dos visitados foi Gilmar Mendes, que também não acatou a demanda.


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