Sexta-feira, 23 de outubro de 2026
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Ministério da Justiça emite alerta após bebê de 28 dias desaparecer em MS

Alerta do Ministério da Justiça sobre desaparecimento de bebê
Ministério da Justiça emite alerta após bebê de 28 dias desaparecer em MS
Brasil

Ayla Emanuelly foi vista pela última vez nessa quinta (6/8), em Campo Grande (MS). Alerta foi divulgado pelo programa Amber Alert Brasil

Amber Alert Brasil
Ministério da Justiça

Além disso, O Ministério da Justiça e Segurança Pública emitiu, nesta sexta-feira (7/8), um alerta para ajudar a localizar Ayla Emanuelly Pereira de Souza, de 28 dias, desaparecida em Campo Grande (MS). Dessa forma, A bebê foi vista pela última vez nessa quinta-feira (6/8), por volta das 12h, na Rua Francisco Aguiar Pimenta.

Com isso, O alerta foi divulgado pelo programa Amber Alert Brasil, sistema usado para ampliar a divulgação de casos de desaparecimento de crianças em situações que envolvam suspeita de rapto ou sequestro. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Ministério da Justiça continuam sendo acompanhados com atenção.

Nesse sentido, segundo a descrição divulgada pelas autoridades, Ayla tem cabelos castanho-escuros e curtos. Qualquer informação que possa ajudar a localizar a bebê deve ser comunicada imediatamente à Polícia Militar, pelo telefone 190, ou à Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, pelo número (67) 3323-2508.

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Investigação

Portanto, A Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA) investiga o desaparecimento de Ayla e as circunstâncias do caso.

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Inicialmente, o desaparecimento foi relatado como um possível sequestro. Durante os depoimentos, porém, a Polícia Civil passou a analisar diferentes versões sobre o que teria ocorrido.

Segundo informações divulgadas pelo Campo Grande News, duas adolescentes ouvidas pelos investigadores teriam alterado os relatos apresentados inicialmente e afirmado que o sequestro não teria ocorrido. A família contesta essa interpretação.

Versão apresentada pela família

Uma familiar do pai de Ayla afirmou que a mãe da bebê teria sido atraída por uma mulher com quem mantinha contato pela internet. Segundo o relato, a mulher demonstrava interesse pela gravidez e pela recém-nascida, e teria oferecido um ensaio fotográfico para a criança.

Ainda de acordo com a família, posteriormente, a mulher teria oferecido à adolescente uma diária de R$ 100 para cuidar de outra criança. A mãe de Ayla teria ido ao endereço acompanhada da irmã, também adolescente, e levado a bebê.

A versão apresentada pela família é de que as duas jovens teriam sido rendidas no imóvel e, posteriormente, deixadas na rua sem a recém-nascida.

A família também contesta a informação de que Ayla teria sido entregue para quitar uma suposta dívida do pai com uma facção criminosa. O pai da bebê esteve na DEPCA nesta sexta-feira (7/8) para prestar esclarecimentos e negou envolvimento com organização criminosa.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

Veja também: Flávio diz que Moraes, Alcolumbre e Dino articulam ação contra ele

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Redação Foco Goiás