
Petista aposta em propostas para um quarto mandato, mobilização nas redes e atos no Rio e em São Paulo para tentar vitória histórica

Sobre o tema envolvendo Lula vai focar, além disso, às vésperas do segundo turno da eleição presidencial, marcado para este domingo (25/10), a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ajusta as últimas estratégias em busca de reverter o resultado do primeiro turno e conquistar uma vitória histórica.
Entre as principais apostas, estão a reiteração de propostas para um eventual quarto mandato e a intensificação da mobilização nas redes sociais e nas ruas, com atos principalmente em capitais da região Sudeste. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Lula vai focar continuam sendo acompanhados com atenção.
Dessa forma, nessa quinta-feira (22/10), Lula não teve compromissos públicos para se preparar para o debate presidencial promovido pela TV Globo nesta sexta (23/10). Com isso, durante a tarde, o presidente embarcará para o Rio de Janeiro, onde será realizado o confronto. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de Lula vai focar nos últimos dias.
Neste sábado (24/10), o petista fará seus últimos atos de campanha. Nesse sentido, pela manhã, às 10h, Lula participará de uma caminhada na orla de Copacabana, no Rio de Janeiro (RJ). Portanto, À tarde, às 16h, encerrará a campanha com uma caminhada na Avenida Paulista, em São Paulo (SP). Especialistas destacam que novas atualizações sobre Lula vai focar devem surgir em breve.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Lula vai focar continuam sendo acompanhados com atenção.
Em seguida, A escolha por encerrar a corrida eleitoral no Sudeste não é à toa: a região concentra 41,78% do público votante, e São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro são, respectivamente, os três maiores colégios eleitorais do país. De acordo com as apurações, lula promoveu uma caminhada em Belo Horizonte na quarta-feira (21/10).
Mobilização nas redes sociais
Por outro lado, desde o resultado do primeiro turno, a campanha petista promoveu mudanças na comunicação, impulsionadas pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), criador do canal de WhatsApp “Exército do Lula”, que já acumulava mais de 8,6 milhões de seguidores até a noite dessa quinta.
As orientações de Janones, único moderador do canal, contribuíram para que o engajamento nas redes sociais do titular do Planalto quase triplicasse em relação ao do adversário, o senador Flávio Bolsonaro (PL).
Vale destacar que na noite dessa quinta, Lula participou de uma live no YouTube ao lado de Janones. Sendo assim, intitulada “Lula e Janones falam com o maior exército democrático do mundo”, a transmissão contabilizou mais de 1,5 milhão de visualizações simultâneas.
Além disso, durante a live, o presidente elogiou os integrantes do canal. “Eu quero cumprimentar todos os soldados que estão perfilados, armados com seus celulares, para começar nossa batalha. Dessa forma, O nosso exército está numa luta para construir uma sociedade harmoniosa, amorosa, uma sociedade que constrói, e não destrói”, declarou.
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Pesquisas internas
Com isso, as últimas pesquisas internas do PT animaram a campanha. Nesse sentido, os chamados trackings, levantamentos utilizados pelas equipes eleitorais para monitorar as intenções de voto, indicaram pela primeira vez, nessa quinta, que o petista estaria um ponto percentual à frente de Flávio Bolsonaro.
Segundo o governador reeleito do Piauí e coordenador de comunicação da campanha de Lula, Rafael Fonteles (PT), a “virada” está sendo impulsionada pela mobilização dos apoiadores nas redes sociais e nas ruas.
“É uma alegria enorme ver que essa mobilização gigantesca nas ruas e nas redes sociais, em todo o país, está fazendo essa virada histórica. Portanto, E vamos intensificar nessas últimas 72 horas mais movimentos de ruas, mais movimentos nas redes sociais”, disse.

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Em seguida, presidente Lula durante live com o deputado federal André Janones (Rede-MG)
YouTube/ Lula


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De acordo com as apurações, lula na Globo
Ricardo Stuckert/PR

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Presidente Lula
Fábio Vieira/Metrópoles

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Lula está no Nordeste em reta final de campanha
Renato Pizzutto/Band

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Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
Carolina Curi/Agência Senado

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Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, no Senado Federal Foto: Carolina Curi/Agência Senado
Reprodução/ Carolina Curi/Agência Senado

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Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
Reprodução/ Carolina Curi/Agência Senado
Datafolha mostra empate
- A três dias de os brasileiros voltarem às urnas, a nova pesquisa Datafolha, divulgada nessa quinta-feira (22/10), mostra o senador Flávio Bolsonaro com 47% das intenções de voto no 2° turno, enquanto o presidente Lula marca 46%.
- Os dois candidatos estão tecnicamente empatados dentro da margem de erro da pesquisa, que é de dois pontos percentuais para mais ou menos. Nulos e brancos são 5% e indecisos marcam 2%.
- No levantamento da semana passada, o bolsonarista aparecia com 47%, contra 45% do petista. Brancos e nulos eram 6%, enquanto os indecisos marcavam 2%.
- Em votos válidos, onde são excluídos nulos, brancos e indecisos, Flávio tem 50,54% e Lula aparece com 49,46%. No levantamento anterior, Flávio marcou 51%, enquanto Lula pontuou 49%.
- A rejeição de Flávio chegou a 46%, ante 45% de Lula. Na comparação com o levantamento anterior, Flávio oscilou dois pontos percentuais para cima. Lula registrou queda de um ponto.
Último debate
No último debate presidencial desta eleição, a campanha de Lula quer que o presidente concentre sua participação na discussão de propostas.
Além de questionar Flávio sobre sua trajetória e as polêmicas envolvendo o senador, como o esquema de rachadinhas e sua relação com Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, a estratégia é incentivar Lula a falar mais sobre o futuro e apresentar o que pretende fazer em um eventual quarto mandato.
A TV Globo divulgou uma série de regras para o confronto entre os candidatos à Presidência. Uma das principais medidas é a chamada “regra anti-deboche”. Nos três primeiros blocos do debate, o candidato que não estiver com a palavra não poderá se movimentar livremente pelo cenário.
A restrição busca evitar situações como a ocorrida no debate da Band, quando Flávio foi criticado por se posicionar atrás de Lula enquanto o presidente falava. A atitude do senador foi interpretada como uma tentativa de produzir imagens para as redes sociais e provocou reclamações da campanha petista.
Após pedidos de telespectadores e da campanha de Lula, a emissora também informou que fará uma checagem de fatos em tempo real durante o debate. A verificação, porém, não será exibida na transmissão televisiva: ficará a cargo do portal G1, que publicará as informações no site.
Além de aconselhar Lula a evitar cair em “armadilhas” do adversário, auxiliares têm orientado o presidente a improvisar menos e a não demonstrar tanta irritação durante o programa. Com o último confronto entre Lula e Flávio, a campanha petista busca um impulso final para tentar reverter o resultado da disputa antes da votação.
O debate está marcado para as 21h20, logo após o Jornal Nacional, e será mediado pelo jornalista César Tralli.
Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.
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