Sobre o tema envolvendo Cidade de empreendores, além disso, goiânia completa 93 anos no próximo dia 24 de outubro com população estimada em mais de 1,5 milhão de habitantes e 59.195 empresas abertas somente em 2025. Dessa forma, os números ajudam a contar a história de uma capital que cresceu recebendo trabalhadores, estudantes e famílias de diferentes regiões do Brasil. Com isso, A cirurgiã-dentista Jamilly Flexa, natural do Pará, faz parte desse movimento. Nesse sentido, há nove anos, ela chegou à cidade onde desenvolveu a carreira na odontologia, abriu o próprio negócio e construiu sua vida familiar.
Portanto, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Goiânia tinha 1.437.366 habitantes no Censo de 2022. Em seguida, A estimativa para 2026 é de 1.511.709 moradores, número que mostra a dimensão alcançada pela capital desde sua fundação, em 1933. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Cidade de empreendores continuam sendo acompanhados com atenção.
De acordo com as apurações, O movimento econômico também aparece nos registros empresariais. Por outro lado, conforme levantamento da Junta Comercial do Estado de Goiás (Juceg), Goiânia liderou a abertura de negócios no estado em 2025, com 59.195 novos CNPJs, incluindo microempreendedores individuais e empresas de outros portes. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de Cidade de empreendores nos últimos dias.
Vale destacar que os indicadores ajudam a dimensionar o crescimento da capital, mas não mostram, sozinhos, as dificuldades e experiências de quem decide construir uma vida na cidade. Sendo assim, por trás das estatísticas estão histórias como a de Jamilly, que deixou o Pará e passou a chamar Goiânia de casa. Especialistas destacam que novas atualizações sobre Cidade de empreendores devem surgir em breve.
- Goiânia atrai moradores de todo o país e se consolida como cidade de oportunidades e acolhimento
Cidade de empreendores: Do Pará para uma nova vida em Goiânia

Além disso, natural do Pará, Jamilly Flexa chegou a Goiânia há nove anos. Dessa forma, A mudança representou uma nova etapa pessoal e profissional, marcada pela adaptação à capital goiana e pela construção de vínculos longe de seu estado de origem. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Cidade de empreendores continuam sendo acompanhados com atenção.
Com isso, com oito anos de atuação na odontologia, Jamilly desenvolveu sua carreira na cidade e passou a trabalhar principalmente com reabilitação oral e procedimentos estéticos odontológicos. Nesse sentido, atualmente, também administra o Instituto Flexa, clínica localizada em Goiânia, onde divide a rotina entre os atendimentos e as responsabilidades de gestão. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de Cidade de empreendores nos últimos dias.
“Minha história não é somente sobre odontologia. Portanto, É sobre pessoas, propósito, fé e recomeços”, afirma. Especialistas destacam que novas atualizações sobre Cidade de empreendores devem surgir em breve.
Em seguida, A dentista relata que enfrentou mudanças e desafios pessoais ao longo da trajetória. Embora não tenha detalhado todos os acontecimentos que motivaram os recomeços, considera que as experiências contribuíram para construir uma nova fase da vida.
De acordo com as apurações, A história de Jamilly se aproxima da realidade de outros brasileiros que deixam a cidade natal para estudar, trabalhar, empreender ou estabelecer novos vínculos familiares. Por outro lado, são trajetórias que ajudam a explicar como Goiânia se transformou em uma capital formada também por pessoas vindas de outras regiões.
Leia mais: Imigrantes contam por que escolheram Goiânia como lar
Goiânia concentra um terço dos novos negócios de Goiás

Vale destacar que A capital registrou 59.195 aberturas de empresas em 2025, segundo a Juceg. O número representa aproximadamente um terço dos 178.598 novos registros realizados em Goiás no período.
No estado, 134.101 registros corresponderam a microempreendedores individuais, enquanto 44.497 foram de empresas de outros portes. Goiânia liderou o levantamento, seguida por Aparecida de Goiânia, com 19.225 novos negócios, e Anápolis, com 12.418.
Os números demonstram a movimentação da economia, especialmente entre pequenos negócios e prestadores de serviços. Entretanto, a abertura de uma empresa não garante faturamento, estabilidade financeira ou permanência no mercado.
Empreender envolve gastos com estrutura, tributos, contratação de profissionais e manutenção das atividades. Para quem decide abrir o próprio negócio, essas despesas precisam ser consideradas junto às oportunidades de crescimento.
No caso de Jamilly, a carreira na odontologia abriu caminho para a administração de uma clínica. A atividade passou a reunir responsabilidades profissionais e empresariais, além dos compromissos familiares.
- Abertura de empresas cresce 23% em 2025 e bate novo recorde em Goiás
Economista destaca importância da renda e da qualificação

O crescimento econômico de uma cidade não pode ser analisado apenas pelo número de empresas abertas. A geração de empregos, os salários pagos e a capacidade de consumo dos trabalhadores também ajudam a compreender as condições de vida da população.
Ao Mais Goiás, o economista e contador Marcelo Marques destacou a importância da qualificação profissional para ampliar oportunidades e melhorar os rendimentos dos trabalhadores.
“Quando analisamos a educação do ponto de vista econômico, estamos falando de investimento em capital humano. A pessoa investe tempo e, muitas vezes, dinheiro no presente em uma qualificação que pode aumentar sua produtividade, ampliar as oportunidades profissionais e elevar sua renda ao longo da vida”, explicou.
A avaliação dialoga com dados do Instituto Mauro Borges de Pesquisa e Política Econômica (IMB). No primeiro trimestre de 2025, trabalhadores com ensino superior completo recebiam, em média, R$ 6.299 mensais em Goiás, enquanto aqueles com ensino médio completo tinham rendimento médio de R$ 2.603.
A diferença era de R$ 3.696 por mês, equivalente a aproximadamente 142% a mais para o grupo com graduação. Os valores representam médias estaduais e não significam que todos os profissionais com diploma recebam esses salários.
A trajetória de Jamilly está relacionada à formação profissional e à abertura de um negócio, mas representa uma experiência individual. Os resultados obtidos por uma pessoa não podem ser generalizados para todos os moradores que chegam à cidade.
Leia mais: Dia do Estudante: ainda vale a pena estudar para ganhar mais em Goiás?
Emprego e custo de vida também desafiam a capital

A movimentação econômica de Goiânia também aparece nos dados do mercado de trabalho. Segundo levantamento do Observatório Goiás, elaborado com informações do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), a capital registrou saldo de aproximadamente 9,8 mil empregos formais no primeiro trimestre de 2026.
O resultado corresponde à diferença entre admissões e desligamentos com carteira assinada. Embora indique crescimento no período, não inclui trabalhadores informais, autônomos e outras modalidades de ocupação.
O aumento das oportunidades precisa ser observado ao lado das despesas enfrentadas pelas famílias. Moradia, alimentação, transporte e educação continuam pesando no orçamento, especialmente para quem recebe salários mais baixos.
Em reportagem anterior do Mais Goiás sobre o custo de morar sozinho em Goiânia, Marcelo Marques destacou a necessidade de considerar os rendimentos e as despesas antes de assumir compromissos financeiros.
A realidade demonstra que uma capital pode apresentar crescimento econômico e, ao mesmo tempo, manter desafios relacionados ao poder de compra dos moradores.
Leia mais: Dá para sair da casa dos pais com salário mínimo em Goiânia? Veja a conta
Maternidade também faz parte da vida construída em Goiás
Além da carreira, Jamilly construiu em Goiânia sua rotina familiar. Mãe de duas meninas, precisa conciliar os atendimentos odontológicos, a administração da clínica e os compromissos relacionados à criação das filhas.
Segundo a dentista, a maternidade representa uma das principais motivações para continuar desenvolvendo sua trajetória profissional. A rotina exige organização e decisões constantes sobre o tempo dedicado ao trabalho e à família.
A experiência se aproxima do cotidiano de muitas mulheres que precisam dividir responsabilidades familiares com atividades profissionais. Essa realidade está presente entre trabalhadoras do comércio, dos serviços, da saúde e de diferentes setores da economia.
Jamilly também relata participar de ações sociais e atendimentos odontológicos voluntários. As instituições atendidas, a frequência das atividades e o número de beneficiários não foram detalhados no material fornecido à reportagem.
Ao longo de nove anos em Goiânia, a dentista estabeleceu vínculos pessoais e profissionais que passaram a fazer parte de sua identidade. A cidade onde chegou como moradora de outro estado tornou-se o lugar de sua vida cotidiana.
Aos 93 anos, Goiânia continua sendo construída por quem chega

Fundada em 24 de outubro de 1933, Goiânia foi planejada para substituir a antiga capital de Goiás. Sua construção atraiu trabalhadores e profissionais de diferentes regiões, que participaram da implantação dos primeiros bairros, avenidas e serviços.
O crescimento continuou ao longo das décadas. A capital passou de uma cidade em formação a um centro urbano com população estimada em mais de 1,5 milhão de habitantes, segundo o IBGE.
Os dados de abertura de empresas e geração de empregos mostram parte das transformações econômicas. Entretanto, o desenvolvimento também exige investimentos em infraestrutura, transporte, moradia e serviços públicos para acompanhar as necessidades da população.
Aos 93 anos, Goiânia reúne histórias de famílias que vivem na cidade há gerações e de moradores que chegaram mais recentemente para construir novos caminhos.
Jamilly Flexa faz parte desse segundo grupo. Natural do Pará, encontrou na capital goiana o lugar onde desenvolveu uma carreira, abriu um negócio e construiu sua rotina familiar.
Sua trajetória não resume a experiência de todos os migrantes, mas representa uma das muitas histórias que ajudam a formar Goiânia. Uma cidade construída também pelo trabalho de quem nasceu longe daqui e decidiu ficar.
Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.
Veja também: Megaoperação prende 5 envolvidos em assassinatos e tentativas de homicídio em Anápolis



