Charles Spencer irmão da princesa Diana – Instagram/charles.earl.spencer
Além disso, A obra biográfica intitulada Swan Song: Diana, My Sister, escrita por Charles Spencer sobre a princesa Diana, iniciou sua distribuição comercial em livrarias internacionais e brasileiras em 22 de setembro de 2026. Dessa forma, O lançamento ocorre acompanhado por avisos de disputa jurídica.
Com isso, O jornalista Piers Morgan comunicou a intenção de processar Spencer e a editora devido a um trecho referente à distribuição de convites para o funeral da princesa Diana, realizado em 1997. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Charles Spencer continuam sendo acompanhados com atenção.
Nesse sentido, A publicação do material no Reino Unido coube à editora Michael Joseph, uma divisão pertencente à Penguin Random House UK. Portanto, O conteúdo gerou repercussões públicas desde a liberação dos primeiros trechos antecipados. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de Charles Spencer nos últimos dias.
Equipes de televisão transmitiram imagens do público em lojas e acompanharam a recepção dos leitores logo após a chegada dos primeiros exemplares aos balcões. Especialistas destacam que novas atualizações sobre Charles Spencer devem surgir em breve.
Em seguida, A obra aborda bastidores da realeza britânica durante o período da morte da princesa Diana aos 36 anos em um acidente automobilístico na cidade de Paris, ocorrido pouco tempo após a oficialização de sua separação matrimonial com Charles. De acordo com as apurações, O texto trata dos desdobramentos daquele momento institucional.
Charles Spencer: Declarações em propriedade rural da família
Por outro lado, spencer gravou uma entrevista em Althorp, propriedade rural histórica pertencente à família onde se localiza a sepultura da princesa.
Vale destacar que A jornalista política Laura Kuenssberg conduziu o encontro divulgado em transmissão televisiva local. Sendo assim, O relato teve circulação nacional exclusiva.
Além disso, O autor registrou sua versão.
Dessa forma, O autor também afirmou ter omitido outros episódios sobre o monarca Charles para evitar abordagens sensacionalistas na publicação. O escritor sustentou que a decisão representa fornecimento de dados concretos.
Ação judicial motivada por lista do funeral
Spencer registrou nas páginas do livro seu descontentamento ao descobrir convites destinados a diretores de veículos de imprensa populares para o funeral da irmã, optando por telefonar pessoalmente para cancelar o acesso desses profissionais.
Segundo o relato de Spencer, Morgan manifestou irritação ao ser comunicado da exclusão da cerimônia. O texto vincula a resposta à veiculação anterior de fotografias de Diana com roupas de ginástica.
Morgan rebateu o trecho afirmando que tais imagens foram veiculadas em 1993 por uma empresa concorrente, enquanto seu trabalho no impresso citado iniciou somente em 1995.
Morgan declarou que as informações presentes na obra não correspondem à verdade dos fatos. Os advogados do comunicador notificaram os responsáveis pela publicação.
Relatos apresentados nas páginas da obra
Spencer declarou que Charles afirmou que a memória pública de Diana seria esquecida com rapidez após o funeral, afirmação que o Palácio de Buckingham contestou sob o argumento de que o período de luto afeta lembranças pessoais.
O livro aponta que o então príncipe demonstrou tom excessivamente animado durante uma ligação telefônica logo após a confirmação da morte de Diana. Representantes da monarquia contestaram essa descrição do contato.
Os familiares de Diana pretendiam organizar uma cerimônia fúnebre restrita antes de as autoridades decidirem pela realização de um cortejo público de âmbito nacional.
O historiador atribui aos paparazzi a responsabilidade direta pelo acidente que vitimou a princesa na capital francesa. A postura de fotógrafos motivou a oposição dele contra profissionais de mídia na cerimônia.
O autor relata crer que a aproximação de Diana com Dodi Fayed servia para provocar ciúmes em outro homem por quem ela mantinha sentimentos amorosos.
O relato menciona que Diana acusou Mohamed Al Fayed de conduta imprópria e comentários de teor sexual. O episódio consta na obra a partir de conversas privadas entre os irmãos.
Spencer afirmou que Harry permaneceu desprovido da devida assistência familiar aos 12 anos após o falecimento da mãe.
O relato biográfico sustenta que a princesa cogitou cancelar o matrimônio antes da cerimônia de 1981 por incertezas sobre os sentimentos de Charles. A noiva questionava a afeição mútua.
O autor escreveu que Diana lhe relatou durante um almoço sobre um suposto afeto romântico de Charles em relação a um assistente pessoal encarregado de seus cuidados cotidianos.
O texto registra que a monarca Elizabeth II sugeriu devolver formalmente a honraria de Alteza Real a Diana, mas Spencer recusou a medida por considerá-la tardia.
Spencer aponta que assessores de Charles repassaram dados depreciativos sobre sua família à imprensa logo após seu discurso no funeral de 1997.
O Palácio de Buckingham evitou declarações oficiais sobre o tema. As disputas públicas agora envolvem o círculo real e o apresentador Piers Morgan.
Distribuição da obra no mercado editorial brasileiro
A editora Objetiva realizou o lançamento da versão em português sob o título Canto do cisne: Diana, minha irmã, em 22 de setembro de 2026.
O público brasileiro encontra a edição em formatos impresso e digital. A comercialização ocorre por meio de redes varejistas e da Amazon Brasil.

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