Sobre o tema envolvendo Casal transforma, Evandro Engel Ayer e Catarina Judite Schiffer se conheceram na Bélgica, mas foi em Pirenópolis que decidiram criar raízes. Além disso, eles compraram um terreno em 1975 e passaram a viver na fazenda em 1979. Dessa forma, ali, criaram os filhos, Uirá e Maíra, e tomaram uma decisão que atravessaria gerações: em 1990, destinaram 17 dos 46 hectares da propriedade à conservação permanente. Com isso, A área se tornou a Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Fazenda Vagafogo Boa Vista.
Nesse sentido, A história da família faz parte oficialmente de uma iniciativa que reúne outras 19 reservas privadas da região. Portanto, O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima reconheceu, na quarta-feira (7), o Mosaico da Serra dos Pireneus, formado por 20 reservas particulares próximas a Pirenópolis. Em seguida, A medida cria uma estrutura de gestão conjunta e busca estimular ações coordenadas de conservação na região. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Casal transforma continuam sendo acompanhados com atenção.

De acordo com as apurações, A decisão de proteger parte da propriedade começou a ganhar forma em 1989, quando o trabalho de conservação da Vagafogo passou a contar com apoio da Fundação Pró-Natureza (Funatura). Por outro lado, no ano seguinte, 17 hectares foram destinados à criação da RPPN. Antes disso, Evandro e Catarina já viviam na fazenda e, durante cerca de dez anos, levaram produtos produzidos no local para vender em Brasília como forma de sustentar a família. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de Casal transforma nos últimos dias.
Contexto e detalhes sobre Casal transforma
Segundo o filho do casal, Uirá Ayer, foi durante essas idas à capital federal que os pais construíram uma clientela e conheceram pessoas que ajudaram a aproximá-los da Funatura. A organização orientou a família no processo de criação da reserva, que exigiu uma série de procedimentos burocráticos. Especialistas destacam que novas atualizações sobre Casal transforma devem surgir em breve.
A RPPN permite que o proprietário mantenha a titularidade da terra, mas estabelece que a área delimitada seja protegida permanentemente. A proteção continua mesmo se o imóvel for vendido. Dentro das regras da unidade, também são permitidas atividades como pesquisa científica, educação ambiental e visitação turística. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Casal transforma continuam sendo acompanhados com atenção.
- Associação de Amigos do Aldeia do Vale tem plano para recuperar área de 500 mil m² em Goiânia; veja detalhes
Uma reserva que atravessou gerações
O casal criou os filhos na fazenda, e a relação da família com a conservação continuou nas gerações seguintes. Atualmente, Uirá, de 51 anos, administra a propriedade, que recebe visitantes e desenvolve atividades ligadas ao turismo e à gastronomia, com utilização de frutos do Cerrado e produtos produzidos no local.
A fazenda também desenvolveu uma linha própria de cerca de 80 produtos, elaborados com ingredientes da propriedade e do Cerrado. Segundo Uirá, os itens são comercializados exclusivamente na Vagafogo. O local oferece ainda uma experiência gastronômica em formato de brunch, com cerca de 50 itens e 14 harmonizações.
- Vinícolas em Goiás: descubra onde viver experiências únicas no Cerrado
- Paraísos do Cerrado: tudo de imperdível no novo destino turístico em Goiás
Os três filhos de Uirá também moram e trabalham na fazenda. Com isso, a propriedade se mantém como fonte de sustento para três gerações da família, que continuam ligadas tanto à conservação ambiental quanto às atividades econômicas desenvolvidas no local.

A história da reserva ganhou outro capítulo em 1992, quando o Centro de Visitantes foi inaugurado com a presença do príncipe Philip, então duque de Edimburgo. A estrutura foi criada para receber turistas sem concentrar o atendimento na casa da família e contou com apoio de instituições ligadas à conservação ambiental.
Passarelas foram construídas para organizar a circulação dos visitantes e reduzir os impactos nas áreas mais sensíveis da mata. Atualmente, a fazenda oferece trilhas interpretativas, áreas de descanso e pontos de banho natural, além de atividades de educação ambiental voltadas a escolas.
- Lagoa sem fundo de Niquelândia passa por tentativa de medição da profundidade; veja resultado
Gestão conjunta
Com o reconhecimento do mosaico, as reservas passam a contar com um Conselho Consultivo formado por gestores das unidades, representantes do poder público, instituições de ensino e organizações da sociedade civil. O colegiado deverá articular ações para a proteção dos recursos naturais e dos atributos ambientais, culturais e paisagísticos da região. Também poderá criar câmaras técnicas para discutir políticas públicas, estudos e medidas relacionadas à conservação da Serra dos Pireneus.
A presidência será exercida por um dos gestores das unidades que integram o mosaico, escolhido pelos próprios conselheiros. A iniciativa reúne propriedades que já mantinham áreas protegidas individualmente e cria uma estrutura para que elas possam atuar de maneira coordenada.
- Quais são as 15 cidades mais bonitas de Goiás? Veja a lista
- Confira quais são as 25 melhores cachoeiras de Goiás
Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.
Veja também: ‘Deus vai me conduzindo’: a história da goiana que foi piloto de avião, freira e agora é professora infantil



