Sobre o tema envolvendo restaurante de Pirenópolis, além disso, O músico Toni Ribeiro, de Pirenópolis, afirma que perdeu a oportunidade de se apresentar em um restaurante da cidade depois que os responsáveis pelo estabelecimento descobriram que ele votou no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de 2026. Dessa forma, segundo o cantor, as conversas para fechar o show estavam avançadas, mas a negociação foi interrompida após a identificação de sua posição política.
Com isso, ele considera que foi alvo de discriminação. Nesse sentido, O restaurante afirma que a apresentação não foi confirmada porque não houve assinatura de contrato.
Portanto, A denúncia foi feita pelo próprio músico nas redes sociais e ganhou repercussão. Em seguida, de acordo com o relato, a apresentação seria de música ao vivo no estabelecimento, mas os responsáveis teriam desistido de contratá-lo após saberem de seu posicionamento político.
De acordo com as apurações, A administração do restaurante não comentou diretamente a acusação de discriminação na publicação divulgada após a repercussão. Em posicionamento anterior, o restaurante afirmou que o evento não foi realizado porque não houve formalização do serviço por meio de um contrato que garantisse a contratação e a reserva da data.
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Em uma publicação nas redes sociais, o estabelecimento também agradeceu o apoio recebido durante a polêmica e informou que chegou à marca de 10 mil seguidores. O restaurante afirmou que pretende continuar funcionando como um espaço de gastronomia, música ao vivo e encontros em Pirenópolis.
Restaurante de Pirenópolis: Restaurante pertence a irmão de empresário investigado
O estabelecimento pertence a Araguaia Tratner Paranhos, irmão do empresário Órion Dix Paranhos, investigado por agredir uma mulher em situação de rua em Pirenópolis.
O caso aconteceu em 16 de junho, no Centro Histórico da cidade, e foi registrado em vídeo por uma testemunha. As imagens mostram um homem dando socos e chutes na vítima, de 48 anos. Ela sofreu ferimentos graves, precisou passar por cirurgia e teve o baço retirado em decorrência das lesões.
Desde agosto, Órion responde ao processo em liberdade, mas precisa cumprir medidas determinadas pela Justiça. Entre elas estão o uso de tornozeleira eletrônica e a proibição de se aproximar ou manter contato com a vítima e as testemunhas. A investigação e o processo seguem.
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