Morador segurou o garoto pela nuca, puxou a criança com violência e a chamou de “bandido”; mãe registrou o caso na Polícia Civil
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Sobre o tema envolvendo “Bandidinho”, além disso, menino de 12 anos é agarrado pelo pescoço após jogar pedra em portão de casa em Goiânia (Foto: Reprodução/Vídeo)
Dessa forma, um adolescente de 12 anos foi agarrado pelo pescoço e puxado com violência por um morador de um condomínio no Setor Village Veneza, em Goiânia, após jogar uma pedra no portão de uma casa vizinha, segundo boletim de ocorrência registrado pela mãe. Com isso, O episódio aconteceu na noite de domingo (25), quando a criança brincava na calçada com outros dois amigos. Nesse sentido, durante a abordagem, o homem teria se recusado a soltá-lo e o chamado de “bandindinho”. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a “Bandidinho” continuam sendo acompanhados com atenção.
Portanto, conforme o relato registrado na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), o morador viu a situação da janela do próprio apartamento e desceu para repreender os adolescentes. Os dois amigos do menino correram, mas ele permaneceu no local. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de “Bandidinho” nos últimos dias.
O homem teria segurado o garoto pela parte de trás do pescoço e o levado em direção ao condomínio, acompanhado pela mulher responsável pela casa cujo portão havia sido atingido pela pedra. Especialistas destacam que novas atualizações sobre “Bandidinho” devem surgir em breve.
Durante o percurso, a criança pediu para ser solta porque estava sentindo dor. Segundo o registro policial, o morador respondeu que não a soltaria porque ela seria um “bandidinho”. Em determinado momento, o menino tentou escapar, mas teria sido puxado com violência novamente.
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Ao chegar ao condomínio, o garoto conseguiu ligar para o cunhado, que mora no mesmo prédio. O familiar desceu para entender o que havia acontecido, e a mãe da criança foi informada sobre o episódio. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a “Bandidinho” continuam sendo acompanhados com atenção.
A mulher procurou a Polícia Civil e registrou a ocorrência nesta terça-feira (27). O caso foi classificado como vias de fato. No registro da ocorrência, a mãe declarou que não desejava representar criminalmente naquele momento. Ela foi orientada sobre o prazo legal de seis meses para tomar essa iniciativa.
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