Quinta-feira, 5 de novembro de 2026
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Alcolumbre defende urnas eletrônicas e rebate oposição no Senado

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Alcolumbre defende urnas eletrônicas e rebate oposição no Senado
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Foto: Presidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (União-AP) – Waldemir Barreto/Agência Senado

Além disso, A confiabilidade das urnas eletrônicas foi defendida pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), em sessão plenária nesta quarta-feira (4), em Brasília. Dessa forma, ele rebateu críticas da oposição sobre o resultado do segundo turno das eleições presidenciais.

Com isso, alcolumbre sustentou que a urna funcionou no primeiro turno, etapa em que, segundo ele, foram eleitos 120 deputados federais do partido do candidato derrotado na disputa presidencial. Nesse sentido, pelo mesmo raciocínio, a urna só passou a ser contestada depois do segundo turno, vencido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Portanto, O alvo da fala foram parlamentares do PL que questionaram a confiabilidade das urnas após a derrota de Flávio Bolsonaro, senador (PL-RJ) e candidato derrotado. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a urnas eletrônicas continuam sendo acompanhados com atenção.

Urnas eletrônicas: Alcolumbre compara os dois turnos e ironiza a contestação

Em seguida, ao comparar os turnos, Alcolumbre afirmou que a mesma urna, que tem 30 anos de uso, elegeu mais de 20 senadores no primeiro turno. De acordo com as apurações, ele também disse que, nessa etapa, o candidato de oposição teve mais de 2 milhões de votos de vantagem sobre Lula. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de urnas eletrônicas nos últimos dias.

Leia também: PEC da Segurança Pública trava no Senado e Jaques Wagner admite divisão no PT sobre maioridade penal Especialistas destacam que novas atualizações sobre urnas eletrônicas devem surgir em breve.

O presidente do Senado ironizou que nenhuma pessoa teria dito que a urna estava errada desde o início e questionou por que a contestação surgiu apenas no segundo turno. Ele citou ainda que o total de votos subiu entre um turno e outro, mas que a urna era a mesma. O número exato dessa variação não foi confirmado pelas fontes consultadas.

Alcolumbre cobra ponderação e cita as próximas gerações

Alcolumbre pediu que os parlamentares assumam o compromisso de levar o debate a um nível razoável para o país. Na mesma fala, ele afirmou: “Peço que usemos estes microfones para discutir o que queremos para as próximas gerações e o que pretendemos fazer para melhorar a saúde da população brasileira”.

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A transcrição da fala varia entre as reportagens publicadas sobre a sessão. Por isso, este texto não reproduz trechos literais além dos que estão confirmados, e a citação integral deve ser conferida na transcrição oficial da sessão.

Portinho nega ofensa e diz que não firmará novos pactos

O líder do PL no Senado, Carlos Portinho (RJ), acusou Alcolumbre de descumprir um acordo para votar a redução da maioridade penal. Ele afirmou que não firmará novos pactos com o presidente da Casa.

Portinho negou ter ofendido Alcolumbre ou questionado a votação eletrônica. “Eu não ofendi ninguém”, declarou o líder do PL.

Rogério Marinho lança candidatura à presidência do Senado para 2027

No mesmo dia da sessão, 4 de novembro de 2026, o senador Rogério Marinho (PL-RN) lançou sua candidatura à presidência do Senado para 2027. A votação prevista para a redução da maioridade penal no Senado também ocorreu nessa data, mas foi adiada após pedido do presidente da Câmara.

A oposição, liderada pelo PL, tenta unificar apoio contra a reeleição de Alcolumbre à presidência do Senado. Essa eleição será feita por voto secreto, o que impede a identificação individual dos votos.

Confirmações pendentes sobre a sessão e a eleição no Senado

  • Horário exato do pronunciamento de Alcolumbre na sessão: não confirmado nas fontes consultadas.
  • Aumento do total de votos entre os turnos citado na fala: a fonte fala em 10 ou 12 milhões, número não confirmado nas demais fontes.
  • Data da nova votação da redução da maioridade penal: não confirmada.
  • Data da eleição para a presidência do Senado: não confirmada além de 2027 e do voto secreto.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás